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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

My Questions about Adobe Changes on FlashPlayer and Roadmaps

Learning from the mistakes Adobe?

CONTEXT:
I'm on Flash related business since 1996, when I downloaded a software called FutureSplash from a company called FutureWare and found a definitive solution for what I used to develop using Java Applets. Since that that, I just became so dedicated to the platform (and ColdFusion as well), that it even leaded myself to be part of the brazilian Macromedia team as a consultant and evangelist until 2003. After that, I kept my own business as an independent consultant.

Now, a lot of years after, I find myself very disappointed (as I believe a lot of people is as well) with the decisions made by Adobe recently.
Flash was always for me the only technology able to deliver what other technologies, like HTML specifically couldn't, that is ubiquity between platforms. I mean: That ubiquity was always the key feature on to adopt Actionscript/MXML and for everyone this was understood. Even Apple agreed, and it was clear when they took a step back and allowed cross-compiling on its 4.1 developer agreement regarding this issue.

The problem to the market was ALWAYS on Flash Player itself. Adobe seems to be not able to find a way to have FlashPlayer working as it would be for the market to accept it. Now Adobe just throw the towel leaving an entire community developers who sustained the platform growing, with the following message (in other soft words, of course):

Hey, there's no problem, FlashPlayer will still be there for desktop browsers and AIR will still be capable to allow you to cross-compile your AS3/MXML code for you to deliver proper HTML5/CSS/JS instead of SWF (in the future). And better, Flex SDK will be opened via Apache Foundation, as well as interested third party companies will also get the FlashPlayer sources and keep their on versions (Just like RIM announced it will do right now). 

QUESTIONS: 

  1. Do you Adobe really believe the market will still keep developing anything to run on FlashPlayer after that? As what justified and was keeping people thrusting on SWF was the ability to have this content viewable on any kind of devices - you mentioned that for years! Killing it, don't you just started the process to make FlashPlayer useless anywhere it is today?
  2. As it's only justifiable to have a cross-compiling when you can output multiple different formats from a single source (what maintained the so called and believed "develop onde, run everywhere" that we was requested to spread the word about), do you really believe someone will rely on AS3/MXML to output HTML5/CSS3/JS when we can do it directly using a lot of already mature softwares to do so available on the market, that in addiction allow us to cross-compile it to native executables for multiple platforms (Windows, MacOS, iOS, Android, etc)? 
  3. Don't you think the better decision was only to open source FlashPlayer and let the so called "public development efforts, together with Adobe Team resources made available now", to be able to take FlashPlayer to the level it would be on the multiple platforms including banned Linux and Mobile browser versions?
  4. Don't you know you lost a lot of thrust from people who most defended and worked together for and with you, even privately and at no charge (just for we can call "love", at most), waiting nothing from you then keep the things going on and NEVER even imagining you could someday do such a terrible move?
  5. Why didn't you focused all of that effort you are spending now to, together with the community, keep FlashPlayer as ubiquitous as it ever was, and on the move announce efforts to ADD the proper and necessary capabilities to your development tools and technologies to integrate them more and more with the HTML5 transition to come, in the format of a).new features on softwares like Dreamweaver, Catalyst, Edge, etc. b). Additional cross-compiling capability to the Flex SDK to output HTML5/CSS3/JS, as announced Falcon is intended to do? This would AVOIDED all that NEGATIVE BUZZ on the Community we are having to support together (remeber that most of us have business running on top of what we defended and spread from Adobe decisions, just to help Adobe to be stronger, even when it seems to have no value anymore) because of your tremendous and erroneous way to announce things and decisions. 
  6. Don't you think you need better marketing and press office to support you on such kind of announcements?"

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ActionsScript developers UNI-VOS


Primeiro, vejam isso:

http://www.downloadsquad.com/2010/04/21/adobe-pulls-the-plug-on-iphone-ceases-all-flash-and-air-develop/

O que eu (particularmente) entendo desta atitude, é que a Adobe tomou a decisão (talvez correta mesmo) de interromper o envio (direcionamento) de desenvolvedores Actionscript (FlashPlatform) para o ambiente fechado da Apple.

Uma vez que a Adobe irá aplicar seus esforços no desenvolvimento de soluções para outros dispositivos que participam do consórcio "Open Screen Project" (
http://www.openscreenproject.org/), nós (desenvolvedores Actionscript) faremos parte da força capaz de mostrar à Apple que sua jogada pode ter sido um "tiro-no-pé".

De certo que não é a Adobe, ou a adoção do FlashPlayer 10.1 ou o AIR 2.0 nos demais dispositivos presentes no mercado, que fará com que o iPhone passe a ser um fracasso.

Mas em anos, pudemos aprender que aquela plataforma para a qual se possui um maior número de aplicativos disponíveis, tende a liderar o mercado no qual compete. A Apple bem sabe disso... Mais de 90% do "market share" de Sistemas Operacionais é da Microsoft (fonte:
http://marketshare.hitslink.com/operating-system-market-share.aspx?qprid=8).

Mesmo antes de ser oficializado e disponível o recurso de se exportar uma aplicação Flash/AIR para o iPhone, existindo apenas usuários participantes dos processos de Beta privados da Adobe capazes de utilizarem o recurso, mais de 100 aplicações produzidas através deste recurso encontravam-se aprovadas no iTunes Store!

Enfim, acho inteligente a atitude da Adobe e acho que agora é a hora da comunidade de desenvolvimento Actionscript valerem-se desta oportunidade para colaborarem em uma resposta à Apple.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

RIA-BA Grupo de Desenvolvedores RIA na Bahia

mini_banner

Essa é uma grande notícia!
Recebemos o “sinal verde” por parte da Adobe para iniciarmos uma comunidade oficial Adobe destinada a desenvolvedores e interessados no desenvolvimento de soluções RIA baseadas e suas tecnologias.
Surge assim o RIA-BA. Acesse o link no site de comunidades da Adobe, que será o site principal do grupo, inscreva-se e conheça mais detalhes sobre como será a nossa atuação.

As tecnologias que abordaremos, são basicamente as que são voltadas diretamente ao desenvolvimento de soluções RIA, que hoje são o Flash, o Flex/FlexBuilder, AIR, ColdFusion (e frameworks), Flash Media Server, BlazeDS, Cairngorm (e outros frameworks) e diretamente ligadas ao Flash Platform, assim como o Flash Catalyst (Thermo) e outras ferramentas que forem anunciadas.

À frente do grupo estaremos eu (Vicente Maciel Jr) e o meu amigo Jefferson Petilo.

Como alguns sabem, atuamos na Bahia (independentemente, por hora) com consultoria, treinamento e principalmente o desenvolvimento de soluções RIA. Nossa intenção com o grupo é concentrarmos esforços, para cada vez mais aumentar o potencial e resposta de demanda de mercado na região, através da distribuição de informação e acesso às novidades que surgirem no setor, de maneira mais rápida e eficiente possível. Para isso, estaremos abertos e firmando boas parcerias que possibilitem alcançar tal objetivo, bem como atender a outras necessidades dos usuários do grupo em relação a outras tecnologias Adobe que não sejam exatamente o foco do nosso grupo abordar, tais como Fireworks, Illustrator, Photoshop, Premiere, etc.

Enfim, interessados, mantenham-se ligados no site, que será nossa principal ferramenta de abordagem, efetivação e comunicação com a comunidade.

Sugestões e criticas construtivas serão sempre muito bem-vindas!

sábado, 29 de novembro de 2008

RIP Rich Internet Presentation

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Foi simplesmente a melhor apresentação a respeito de RIA que já tive a oportunidade de assistir, não só no tocante ao conteúdo, que foi de uma riqueza impressionante e muito bem elaborado, mas também pela performance do apresentator, Beck Novaes (DClick), que conseguiu de uma maneira extremamente clara, objetiva e didática, abordar temas “obscuros” (e às vezes até pouco conhecidos/ignorados) da produção de um RIA.

Fico extremamente orgulhoso de saber que um material dessa qualidade tenha sido desenvolvido por um brasileiro e gostaria muito de ve-lo publicado no Adobe Developer Connection como uma referência importante, tanto para quem vai iniciar-se no desenvolvimento de RIAs, quanto para quem quer atingir um nivel superior na realização e redesenho de seus trabalhos atuais.

Por isso, digo que o Beck consegiu inaugurar o termo RIP (Rich Internet Presentation)

Isso porque ele conseguiu colocar na execução da sua apresentação, exatamente tudo o que ele abordou como importante no desenvolvimento de um RIA. Quer saber o quê foi? Como foi? Só assistindo.

http://blog.dclick.com.br/2008/11/29/60-pessoas-ja-sabem-o-segredo/trackback/pt/

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Alchemy Flash C++

20080330_atoms_and_alchemy

A imagem ao lado não se refere ao logo do projeto que a Adobe anunciou no MAX 2007 e que disponibilizou para testes e avaliação da comunidade no MAX 2008 que ocorre esta semana.

A imagem refere-se a capa de um livro que pode se conhecido neste link. Simplesmente achei o logo do mesmo interessante e resolvi usar a imagem para ilustrar o post.

OK! Justificativas feitas, vamos ao que realmente interessa!

No MAX 2007, este projeto originalmente chamado de FLACC foi apresentado, anunciando a possibilidade de compilação de código escrito em C/C++ em uma biblioteca com bytecode possível de ser consumido e rodado em uma “futura” versão do FlashPlayer.

Pois bem. Essa semana, no MAX 2008 que ocorre em San Francisco/CA/USA, o projeto foi aberto ao público e encontra-se disponível no Adobe Labs afim de que programadores C/C++ possam efetivamente testá-lo, bem como sugerir implementações, ou simplesmente dar a sua opinião. O “futuro” FlashPlayer traduz-se no recém disponibilizado FlashPlayer10 e extende-se ao Adobe AIR 1.5 disponibilizado paralelamente ao anúncio do Alchemy.

A pergunta é: Qual o objetivo prático do Alchemy?

Inicialmente, e confesso que eu fui uma dessas pessoas, me pareceu que esta sería a declaração de liberdade de recursos do FlashPlayer, abrindo ai a possibilidade de valer-se de bibliotecas C/C++ destinadas até mesmo co controle de hardware (impressoras fiscais, equipamentos de biometria, joysticks, etc.), mas infelizmente não é do que se trata.
O principal objetivo do Alchemy é expandir a capacidade do FlashPlayer no que se refere a processamento de dados. Ou seja, algoritimos de criptografia; leitura, análise e processamento de áudio e vídeo; leitura, escrita de renderização dos mais diversos tipos de formatos de arquivos e coisas do tipo. Ao invés de portar/reescrever um código originalmente escrito em C/C++, o mesmo pode ser simplesmente  compilado em um SWF/SWC e consumido por um código AS3 (Flash/Flex/AIR).
Ou seja, os recursos capazes de serem explorados em C/C++ no FlashPlayer10/AIR 1.5, são limitados exatamente aos recursos presentes nos respectivos players, o que acaba soando óbvio mas que não precisaria ser necessariamente assim. Porém, de qualquer maneira é um avanço impressionante nas capacidades que o Adobe Flash Platform passa a oferecer. Aliás, gostei deste termo ter sido resgatado pela Adobe para referenciar toda a linha de produtos relacionados à produção ou a execução/controle de conteúdo utilizando ActionScript.

Então o que muda? O que poderá surgir a partir disso?

Mais uma vez as possibilidades estão apenas limitadas à critividade, mas com ainda mais opções. Pense numa formula tipo “infinito² - direct_hardware_access”.
Primeiro a gente tem que pensar que a maioria das possibilidades de uso desses recursos que serão implementados daqui por diante já estavam disponíveis e eram possíveis por causa do recurso de “ByteArray” (Classe ByteArray) introduzida no FlashPlayer9/AIR 1.0, porém sendo necessário um esforço muito maior do que será necessário agora, vez que para alcança-los era necessário reinventar a roda reescrevendo tudo o que já existia antes para tal. Hoje, com o Alchemy, bastará compilar um código pré-existente que tenha a base da funcionalidade deseja e implementá-la com AS3. Alguns recursos, como os relacionados diretamente a som (Dynamic Sound Sampplig) e alguns em relação a formato de vídeo (H.264 por exemplo) só serão possíveis pela disponibilidade do recurso internamente no FlashPlayer10/AIR 1.5, assim como também a aceleração de vídeo por software e por hardware.
Dentre as possibilidades práticas que podemos imaginar estão desde as já apresentadas como exemplo pela própria Adobe no MAX 2007/2008 como jogos famosos sendo disponibilizados para rodar com o FlashPlayer/AIR onde o jogo Quake I foi utilizando como exemplo, players de vários formatos de audio/video (não apenas MP3/FLV), conversores de arquivos, serviços de criptografia/descriptografia de dados, implementação de protocolos de comunicação cliente-servidor e até mesmo um maior avanço no uso desses players de maneira mais abrangente em dispositivos como celulares, set-top-boxes (tv-digital), pocketPCs, console de games, etc.

E você? O que você acha que pode ser possível a partir do Alchemy?

Lembre-se, se você quiser começar a portar um eventual código C/C++, na página dedicada ao Alchemy no Adobe Labs, você encontra além dos binaries do projeto, exemplos e instruções de como preparar o ambiente e usar o compilador no Windows, MacOS e Linux.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Adobe MAX 2008

(Imagem e origem do conteúdo: FlashMagazine.com)

Essa semana começa o evento mais importante do ano (para mim). O MAX 2008, desssa vez realizado em San Francisco/CA promete vir com novidades bombásticas, como sempre.

As primeiras já começaram a rolar em várias fontes, e eu vou tentar o máximo possível transcrevê-las aqui.

Thermo é Flash Catalyst – Detalhes a respeito dele surgirão ao longo da semana.

Flash Media Server 3.5 – Com novidades significativas que definitivamente o colocará muito à frente de soluções alternativas existentes no mercado.

Adobe AIR 1.5 – Já está disponível para download, contendo basicamente suporte à criptografia de dados usando o SQLite, suporte aos recursos do FlashPLayer10 e uma atualização ao byte-code do WebKit par aum aumento significativo de performance de aplições AIR escritas em HTML/Javascript.

Aceleração por Hardware ao renderizamento de conteúdo no FlashPlayer10. Inicialmente suportado por chips baseados na plataforma ARM - que incluem os Chips da nVidia -  mas que possui interesse de outros fabricantes que também virão a oferecer ta recurso.

Um detalhamento dessas notícias pode ser verificado através de um release oficial disponível no site da Adobe.