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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

My Questions about Adobe Changes on FlashPlayer and Roadmaps

Learning from the mistakes Adobe?

CONTEXT:
I'm on Flash related business since 1996, when I downloaded a software called FutureSplash from a company called FutureWare and found a definitive solution for what I used to develop using Java Applets. Since that that, I just became so dedicated to the platform (and ColdFusion as well), that it even leaded myself to be part of the brazilian Macromedia team as a consultant and evangelist until 2003. After that, I kept my own business as an independent consultant.

Now, a lot of years after, I find myself very disappointed (as I believe a lot of people is as well) with the decisions made by Adobe recently.
Flash was always for me the only technology able to deliver what other technologies, like HTML specifically couldn't, that is ubiquity between platforms. I mean: That ubiquity was always the key feature on to adopt Actionscript/MXML and for everyone this was understood. Even Apple agreed, and it was clear when they took a step back and allowed cross-compiling on its 4.1 developer agreement regarding this issue.

The problem to the market was ALWAYS on Flash Player itself. Adobe seems to be not able to find a way to have FlashPlayer working as it would be for the market to accept it. Now Adobe just throw the towel leaving an entire community developers who sustained the platform growing, with the following message (in other soft words, of course):

Hey, there's no problem, FlashPlayer will still be there for desktop browsers and AIR will still be capable to allow you to cross-compile your AS3/MXML code for you to deliver proper HTML5/CSS/JS instead of SWF (in the future). And better, Flex SDK will be opened via Apache Foundation, as well as interested third party companies will also get the FlashPlayer sources and keep their on versions (Just like RIM announced it will do right now). 

QUESTIONS: 

  1. Do you Adobe really believe the market will still keep developing anything to run on FlashPlayer after that? As what justified and was keeping people thrusting on SWF was the ability to have this content viewable on any kind of devices - you mentioned that for years! Killing it, don't you just started the process to make FlashPlayer useless anywhere it is today?
  2. As it's only justifiable to have a cross-compiling when you can output multiple different formats from a single source (what maintained the so called and believed "develop onde, run everywhere" that we was requested to spread the word about), do you really believe someone will rely on AS3/MXML to output HTML5/CSS3/JS when we can do it directly using a lot of already mature softwares to do so available on the market, that in addiction allow us to cross-compile it to native executables for multiple platforms (Windows, MacOS, iOS, Android, etc)? 
  3. Don't you think the better decision was only to open source FlashPlayer and let the so called "public development efforts, together with Adobe Team resources made available now", to be able to take FlashPlayer to the level it would be on the multiple platforms including banned Linux and Mobile browser versions?
  4. Don't you know you lost a lot of thrust from people who most defended and worked together for and with you, even privately and at no charge (just for we can call "love", at most), waiting nothing from you then keep the things going on and NEVER even imagining you could someday do such a terrible move?
  5. Why didn't you focused all of that effort you are spending now to, together with the community, keep FlashPlayer as ubiquitous as it ever was, and on the move announce efforts to ADD the proper and necessary capabilities to your development tools and technologies to integrate them more and more with the HTML5 transition to come, in the format of a).new features on softwares like Dreamweaver, Catalyst, Edge, etc. b). Additional cross-compiling capability to the Flex SDK to output HTML5/CSS3/JS, as announced Falcon is intended to do? This would AVOIDED all that NEGATIVE BUZZ on the Community we are having to support together (remeber that most of us have business running on top of what we defended and spread from Adobe decisions, just to help Adobe to be stronger, even when it seems to have no value anymore) because of your tremendous and erroneous way to announce things and decisions. 
  6. Don't you think you need better marketing and press office to support you on such kind of announcements?"

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ActionsScript developers UNI-VOS


Primeiro, vejam isso:

http://www.downloadsquad.com/2010/04/21/adobe-pulls-the-plug-on-iphone-ceases-all-flash-and-air-develop/

O que eu (particularmente) entendo desta atitude, é que a Adobe tomou a decisão (talvez correta mesmo) de interromper o envio (direcionamento) de desenvolvedores Actionscript (FlashPlatform) para o ambiente fechado da Apple.

Uma vez que a Adobe irá aplicar seus esforços no desenvolvimento de soluções para outros dispositivos que participam do consórcio "Open Screen Project" (
http://www.openscreenproject.org/), nós (desenvolvedores Actionscript) faremos parte da força capaz de mostrar à Apple que sua jogada pode ter sido um "tiro-no-pé".

De certo que não é a Adobe, ou a adoção do FlashPlayer 10.1 ou o AIR 2.0 nos demais dispositivos presentes no mercado, que fará com que o iPhone passe a ser um fracasso.

Mas em anos, pudemos aprender que aquela plataforma para a qual se possui um maior número de aplicativos disponíveis, tende a liderar o mercado no qual compete. A Apple bem sabe disso... Mais de 90% do "market share" de Sistemas Operacionais é da Microsoft (fonte:
http://marketshare.hitslink.com/operating-system-market-share.aspx?qprid=8).

Mesmo antes de ser oficializado e disponível o recurso de se exportar uma aplicação Flash/AIR para o iPhone, existindo apenas usuários participantes dos processos de Beta privados da Adobe capazes de utilizarem o recurso, mais de 100 aplicações produzidas através deste recurso encontravam-se aprovadas no iTunes Store!

Enfim, acho inteligente a atitude da Adobe e acho que agora é a hora da comunidade de desenvolvimento Actionscript valerem-se desta oportunidade para colaborarem em uma resposta à Apple.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

RIA-BA Grupo de Desenvolvedores RIA na Bahia

mini_banner

Essa é uma grande notícia!
Recebemos o “sinal verde” por parte da Adobe para iniciarmos uma comunidade oficial Adobe destinada a desenvolvedores e interessados no desenvolvimento de soluções RIA baseadas e suas tecnologias.
Surge assim o RIA-BA. Acesse o link no site de comunidades da Adobe, que será o site principal do grupo, inscreva-se e conheça mais detalhes sobre como será a nossa atuação.

As tecnologias que abordaremos, são basicamente as que são voltadas diretamente ao desenvolvimento de soluções RIA, que hoje são o Flash, o Flex/FlexBuilder, AIR, ColdFusion (e frameworks), Flash Media Server, BlazeDS, Cairngorm (e outros frameworks) e diretamente ligadas ao Flash Platform, assim como o Flash Catalyst (Thermo) e outras ferramentas que forem anunciadas.

À frente do grupo estaremos eu (Vicente Maciel Jr) e o meu amigo Jefferson Petilo.

Como alguns sabem, atuamos na Bahia (independentemente, por hora) com consultoria, treinamento e principalmente o desenvolvimento de soluções RIA. Nossa intenção com o grupo é concentrarmos esforços, para cada vez mais aumentar o potencial e resposta de demanda de mercado na região, através da distribuição de informação e acesso às novidades que surgirem no setor, de maneira mais rápida e eficiente possível. Para isso, estaremos abertos e firmando boas parcerias que possibilitem alcançar tal objetivo, bem como atender a outras necessidades dos usuários do grupo em relação a outras tecnologias Adobe que não sejam exatamente o foco do nosso grupo abordar, tais como Fireworks, Illustrator, Photoshop, Premiere, etc.

Enfim, interessados, mantenham-se ligados no site, que será nossa principal ferramenta de abordagem, efetivação e comunicação com a comunidade.

Sugestões e criticas construtivas serão sempre muito bem-vindas!

sábado, 29 de novembro de 2008

RIP Rich Internet Presentation

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Foi simplesmente a melhor apresentação a respeito de RIA que já tive a oportunidade de assistir, não só no tocante ao conteúdo, que foi de uma riqueza impressionante e muito bem elaborado, mas também pela performance do apresentator, Beck Novaes (DClick), que conseguiu de uma maneira extremamente clara, objetiva e didática, abordar temas “obscuros” (e às vezes até pouco conhecidos/ignorados) da produção de um RIA.

Fico extremamente orgulhoso de saber que um material dessa qualidade tenha sido desenvolvido por um brasileiro e gostaria muito de ve-lo publicado no Adobe Developer Connection como uma referência importante, tanto para quem vai iniciar-se no desenvolvimento de RIAs, quanto para quem quer atingir um nivel superior na realização e redesenho de seus trabalhos atuais.

Por isso, digo que o Beck consegiu inaugurar o termo RIP (Rich Internet Presentation)

Isso porque ele conseguiu colocar na execução da sua apresentação, exatamente tudo o que ele abordou como importante no desenvolvimento de um RIA. Quer saber o quê foi? Como foi? Só assistindo.

http://blog.dclick.com.br/2008/11/29/60-pessoas-ja-sabem-o-segredo/trackback/pt/

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Alchemy Flash C++

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A imagem ao lado não se refere ao logo do projeto que a Adobe anunciou no MAX 2007 e que disponibilizou para testes e avaliação da comunidade no MAX 2008 que ocorre esta semana.

A imagem refere-se a capa de um livro que pode se conhecido neste link. Simplesmente achei o logo do mesmo interessante e resolvi usar a imagem para ilustrar o post.

OK! Justificativas feitas, vamos ao que realmente interessa!

No MAX 2007, este projeto originalmente chamado de FLACC foi apresentado, anunciando a possibilidade de compilação de código escrito em C/C++ em uma biblioteca com bytecode possível de ser consumido e rodado em uma “futura” versão do FlashPlayer.

Pois bem. Essa semana, no MAX 2008 que ocorre em San Francisco/CA/USA, o projeto foi aberto ao público e encontra-se disponível no Adobe Labs afim de que programadores C/C++ possam efetivamente testá-lo, bem como sugerir implementações, ou simplesmente dar a sua opinião. O “futuro” FlashPlayer traduz-se no recém disponibilizado FlashPlayer10 e extende-se ao Adobe AIR 1.5 disponibilizado paralelamente ao anúncio do Alchemy.

A pergunta é: Qual o objetivo prático do Alchemy?

Inicialmente, e confesso que eu fui uma dessas pessoas, me pareceu que esta sería a declaração de liberdade de recursos do FlashPlayer, abrindo ai a possibilidade de valer-se de bibliotecas C/C++ destinadas até mesmo co controle de hardware (impressoras fiscais, equipamentos de biometria, joysticks, etc.), mas infelizmente não é do que se trata.
O principal objetivo do Alchemy é expandir a capacidade do FlashPlayer no que se refere a processamento de dados. Ou seja, algoritimos de criptografia; leitura, análise e processamento de áudio e vídeo; leitura, escrita de renderização dos mais diversos tipos de formatos de arquivos e coisas do tipo. Ao invés de portar/reescrever um código originalmente escrito em C/C++, o mesmo pode ser simplesmente  compilado em um SWF/SWC e consumido por um código AS3 (Flash/Flex/AIR).
Ou seja, os recursos capazes de serem explorados em C/C++ no FlashPlayer10/AIR 1.5, são limitados exatamente aos recursos presentes nos respectivos players, o que acaba soando óbvio mas que não precisaria ser necessariamente assim. Porém, de qualquer maneira é um avanço impressionante nas capacidades que o Adobe Flash Platform passa a oferecer. Aliás, gostei deste termo ter sido resgatado pela Adobe para referenciar toda a linha de produtos relacionados à produção ou a execução/controle de conteúdo utilizando ActionScript.

Então o que muda? O que poderá surgir a partir disso?

Mais uma vez as possibilidades estão apenas limitadas à critividade, mas com ainda mais opções. Pense numa formula tipo “infinito² - direct_hardware_access”.
Primeiro a gente tem que pensar que a maioria das possibilidades de uso desses recursos que serão implementados daqui por diante já estavam disponíveis e eram possíveis por causa do recurso de “ByteArray” (Classe ByteArray) introduzida no FlashPlayer9/AIR 1.0, porém sendo necessário um esforço muito maior do que será necessário agora, vez que para alcança-los era necessário reinventar a roda reescrevendo tudo o que já existia antes para tal. Hoje, com o Alchemy, bastará compilar um código pré-existente que tenha a base da funcionalidade deseja e implementá-la com AS3. Alguns recursos, como os relacionados diretamente a som (Dynamic Sound Sampplig) e alguns em relação a formato de vídeo (H.264 por exemplo) só serão possíveis pela disponibilidade do recurso internamente no FlashPlayer10/AIR 1.5, assim como também a aceleração de vídeo por software e por hardware.
Dentre as possibilidades práticas que podemos imaginar estão desde as já apresentadas como exemplo pela própria Adobe no MAX 2007/2008 como jogos famosos sendo disponibilizados para rodar com o FlashPlayer/AIR onde o jogo Quake I foi utilizando como exemplo, players de vários formatos de audio/video (não apenas MP3/FLV), conversores de arquivos, serviços de criptografia/descriptografia de dados, implementação de protocolos de comunicação cliente-servidor e até mesmo um maior avanço no uso desses players de maneira mais abrangente em dispositivos como celulares, set-top-boxes (tv-digital), pocketPCs, console de games, etc.

E você? O que você acha que pode ser possível a partir do Alchemy?

Lembre-se, se você quiser começar a portar um eventual código C/C++, na página dedicada ao Alchemy no Adobe Labs, você encontra além dos binaries do projeto, exemplos e instruções de como preparar o ambiente e usar o compilador no Windows, MacOS e Linux.

ColdFusion 9 Centaur

Logo ColdFusion 9 - Centaur

Das novidades anunciadas, umas da que eu mais esperava!

O ColdFusion 9, de code-nome Centaur, na minha opinião apresenta-se com um pacote de inovações técnicas na sua infra-estrutura que remetem à força e dedicação da Adobe em torná-lo cada vez mais uma plataforma competitiva em relação a outros servidores de aplicação disponíveis no mercado.

As novidades desta versão, conforme o que já foi publicado oficialmente pela Adobe (há mais, acreditem), deixam isso bem claro. Faço abaixo meus comentários pessoais a respeito de cada recurso:

Mapeamento de Objetos Relacionais (ORM)

A idéia é diminuir a necessidade de implementação personalizada e geralmente repetitiva para que se obtenha consistência e agilidade no desenvolvimento de aplicações no que se refere à dados. Com este recurso, de uma forma bastante simples o ColdFusion irá expor ao desenvolvedor, a partir de uma configuração bastante simples, objetos que representam dados do banco de dados, considerando a relação existente entre os mesmos.
Hoje, para atingir uma situação/ambiente de desenvolvimento semelhante, utilizo o framework Transfer-ORM desenvolvido, mantido e disponibilizado por Mark Mandell.
Infelizmente acho que códigos que exponham tal recurso ainda não podem ser publicados, mas se você deseja ter uma prévia do que será este recurso no ColdFusion 9 Centaur, conhecer o Transfer-ORM é uma boa introdução.

Melhorias na linguagem em sí

Até mesmo para expor o recurso de mapeamento de objetos relacionais (orm) citado acima, a linguagem necessitava de implementações. Haja visto que o próprio Transfer-ORM acaba pecando em alguns dos seus aspectos internos e capacidade de integração com outras camadas da aplicação, justamente por algumas limitações que o CFML/CFScript apresentavam até então. No caso do Transfer-ORM isso é notável principalmente quando implementa-se uma integração com o Flex/AIR por exemplo. Em resumo, é necessário criar algumas soluções alternativas para integrar os objetos gerados pelo Transfer (os TransferObjects) às capacidades AMF (Remoting/LiveCycle) do ColdFusion.

Essas melhorias na linguagem são basicamente:

  • Possibilidade de escrever componentes (CFCs) totalmente utilizando CFScript
  • Palavra chave “new” para simplificar o instanciamento de componentes bem como sua inicialização
  • Palavra chave “import” para definir o acesso a objetos de dependência em um componente
  • Definição explícita de getters e setters (métodos com diretivas get/set)
  • Definição de um escopo para variáveis locais que simplificará até mesmo a estrutura de um componente
  • CFFINALLY e CFCONTINUE que complementam a logica do TRY/CATCH e LOOPs
  • Enfim, a eliminação das diferenças entre CFTAGs e CFSCript

Ao mesmo tempo que temos que avaliar que isso tudo é extremamente positivo em termos de recursos, capacidade e robustez do ColdFusion, acho que foi importante a preocupação em manter a simplicidade do CFML em sí afim de que o ColdFusion não perca a agilidade da programação declarativa.

Outro fator importante é a proximidade de sintaxe, na questão dos scripts, da estrutura de código e da lógica que será possível de se implementar com o CFSCRIPT em relação às tecnologias concorrentes. Creio eu que além de diminuir uma resistência – que é imediata em relação as TAGs – aumenta a capacidade de se compreender o ColdFusion por parte de desenvolvedores PHP, ASP/.Net, Java, etc.

Serviços ColdFusion expostos ao Flex/AIR através de bibliotecas AS3 específicas (SWCs)

Como desenvolvedor Flash/Flex/AIR, este para mim é o principal recurso que fará diferença no meu dia-a-dia a respeito do ColdFusion 9 Centaur. Vários recursos, que não sei se já podem ser citados publicamente ainda por isso não o farei agora, que hoje dependem de uma implementação manual e repetitiva de aplicação para aplicação, já será abstraída pelo ColdFusion, permitindo o consumo direto desses recursos por meio de objetos em uma API definida em AS3 que poderá ser implementada nas aplicações como RSLs (Runtime Shared Libraries) assinadas digitalmente, que farão parte do framework compartilhado de distribuição única, ou seja, que o usuário baixa uma única vez ao primeiro acesso à aplicação Flex (o AIR não necessita desse download adicional).
Este recurso será certamente considerado um grande diferencial na adoção do ColdFusion para integração com Flex em aplicações RIA robustas.

Método “onServerStart” no Application.cfc

Bom, para quem é usuário do CF e já implementa o Application.cfc em suas soluções, a importância já é implícita. Mas enfim, dá ao desenvolvedor a capacidade de executar uma rotina personalizada na inicialização de um servidor.

 

Para ler dados oficiais do anúncio e candidatar-se a Beta Tester, visite a página dedicada ao lançamento no Adobe Labs:
http://labs.adobe.com/wiki/index.php/Centaur

Adicionalmente, eu não poderia deixar de comentar que ainda espero que exista alguma novidade em relação a politica comercial do ColdFusion. Mas como ainda estamos em fase de discutir o produto em sí, o que nos resta é aguardar.

De qualquer forma, repito, na minha opinião a Adobe encontrou várias formas de justificar e reforçar o diferencial do ColdFusion em relação aos seus concorrentes. E digo isso sustentando que eu mesmo me surpreendi.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

1a Reuniao - Grupo de estudos Flash Flex AIR AS3

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A primeira reunião do grupo foi um sucesso!

Parabéns ao Osmundo pela iniciativa, à Monica da iTraining por ceder o espaço e à todos os presentes pela qualidade das discussões que pudemos iniciar. E claro, obrigado pelo convite.

Para quem não pôde estar presente nesta primeira reunião, segue uma tentativa de sumarizar o que entrou em pauta:

  1. Esclarecimento do objetivo do grupo: Esclarecemos o objetivo e sistemática das reuniões. Em resumo, que não se trata de um treinamento, não há uma figura central e que o conteúdo do estudo se dará sempre pela sugestão definida na reunião anterior, com a apresentação dos resultados, dúvidas e esclarecimentos das mesmas com participação e colaboração de todos.
  2. Discutimos sobre as diferenças de um treinamento e um grupo de estudos, bem como definimos o que esperar de um e de outro. Também aproveitamos para refletir sobre como tirar melhor proveito de um ou outro treinamento e qual o benefício para os centros de treinamento locais da criação de grupo(s) de estudo.
  3. Diferenças principais entre o AS2 e AS3 onde usamos como "cenário" um projeto recente no qual participei, para ilustrar o tipo de influência que essa migração (AS2 p/ AS3) pode apresentar. Nesta oportunidade discutimos performance, metodologias, influência de padrões e outras características.
  4. Esclarecimento sobre Flash, Flex, AIR, Silverlight, Prism, JavaFX. Discutimos suas peculiaridades, suas definições, praticamos alguma previsão sobre o futuro de cada uma baseado em fatores atuais a respeito destas. Neste tópico, ainda há bastante o que se discutir e dismistificar. Muitos me procuraram para continuar o assunto particularmente por MSN e email, mas sugiro que isso seja feito na lista de discussões do MUGBA, para que a discussão possa ficar ainda mais rica e não limitar-se a uma única opinião/definição/visão.
  5. Iniciamos a definição de um roteiro de assuntos para os estudos, analisando o porque adotar uma ou outra ordem. À princípio resolvemos convencionar, baseado no maior interesse dos presentes, uma introdução ao Actionscript 3.0 e MXML baseando-se no Quick Start do Adobe Devnet. Porém creio que teremos que fazer, na proxima reunião uma introdução básica, à estrutura e aplicação de uma Classe AS3 no Flash CS3 por parte de algum presente que possa fazê-lo.
  6. Para poder ilustrar a aplicação do Flex e sua comparação com a adoção de AJAX para projetos similares, fizemos um breve estudo do exemplo FlexStore  onde através de uma explicação teórica sobre o desenvolvimento do mesmo, pudemos verificar as diferenças produtivas entre o desenvolvimento baseado em Javascript e o desenvolvimento baseado em MXML/AS3. Eu sugiro que algum membro do grupo de estudos que esteja apto, desenvolva um exemplo de uma interface simples desenvolvida em AJAX (pode-se usar alguma das APIs citadas, como ExtJS e JQuery), e similiar em MXML/AS3. Eu me disponibilizo a ajudar.
  7. À princípio as reuniões serão mensais com a próxima reunião pré-sugerida para 21 de junho (sábado) com horário à definir. o conteúdo desta reunião será o resultado (dificuldades, problemas, idéias) surgidas com o estudo dos QuickStarts.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Documentação Oficial do FlashPlayer 10

Adobe Flash Player 9 Finalmente disponibilizada a documentação oficial da recém publicada versão do FlashPlayer.

Eu estava escrevendo uma matéria sobre as novidades, que estaria pronta hoje a noite. Porém, ainda repleta de suposições e tentativas de antecipação das possibilidades de aplicação de cada um dos novos recursos.

Agora, com a documentação disponível, vou poder adiar para postar algo mais objetivo.

fonte: http://www.flashmagazine.com/news/detail/official_flash_player_10_documentation/

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Grupo de estudos Flex AIR AS3 em Salvador, Bahia

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O Osmundo (vide blog), instrutor e consultor da iTraining, anunciou hoje o grupo de estudos a iniciar-se dia 22 de maio, as 17h, na sala de treinamentos da iTraining em Salvador/BA. Este grupo, terá como tema de estudo, as tecnologias Flash, Flex, Flex Builder, Actionscript, FlashPlayer e AIR. É previsível que a partir deste, outros grupos sejam formados.

Fui convidado para abrir o grupo de estudos. Convite este que me deixa muito feliz e orgulhoso. Será muito bom estar estudando, evoluindo e tentando colaborar em algo com algum conhecimento que já tenho nessas tecnologias. Sei que vou aprender muito, pois não há motivação maior do que ter pessoas precisando das mesmas respostas que você.

Sobre como será minha pequena contribuição:

Não quero usar da oportunidade só para fazer uma apresentação. Então quem estiver presente, pode aproveitar para tirar qualquer dúvida (sobre os primeiros passos, nessa primeira oportunidade, só para ter foco nivelado) que o meu pouco conhecimento puder esclarecer.

Como se trata de um grupo de estudos, então vou aplicar uma linha de introdução aos estudos dessas tecnologias (AS3/MXML/Flex/AIR), orientando sobre os primeiros passos, questões quanto a configuração e sugestões nesse aspecto, como buscar ser auto-suficiente para esclarecer dúvidas usando a documentação e etc.
Quero dar dicas também quanto a performance no desenvolvimento de aplicações.
Adicionalmente devo apresentar alguns recursos que complementam o meu ambiente de trabalho e que creio eu, podem vir a serem úteis para quem for aplicar profissionalmente esses tecnologias no seu dia-a-dia.

Não esperem que eu vá preparar slides e etc. O que eu estarei mostrando aos presentes, é o que eu faço no meu dia-a-dia como desenvolvedor com foco nessas tecnologias.

E lembrem-se, não quero fazer uma palestra. Quero iniciar um grupo de estudos, colocando em foco as questões práticas. Também não será uma aula pois o tempo não permitiria e eu não a faria sem um bom preparo estutural da sala, de equipamentos, softwares, material e etc.

A intenção é que quem participar, saia doido(a) para chegar em casa e começar a praticar!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Tutoriais Papervision3D

papervision3d Resolvi ir atrás de algum conteúdo para poder iniciar algum estudo melhor organizado no meu tempo livre e vou procurar partilhar o que achar aqui no TeclandoAlto. Há na verdade bastante conteúdo. Então, vou postar aqui os conteúdos seguindo a forma como vou me organizar para estudar. Quem tiver interesse, é só seguir, ajudar, compartilhar, etc. Ah! Cobrar tb pode!

Para começar, quem quiser ter acesso à API, disponibilizada como componente para o Flash, ou através do SVN no GoogleCode, seguem os caminhos:

Home Page no GoogleCode

Repositório SVN AS2

Repositório SVN AS3

Achei também uma listagem de tutoriais no site Flash Enabled:
http://flashenabledblog.com/2008/05/12/papervision3d-tutorials-in-flex-3/

Ao longo dos meus estudos, o que eu conseguir reunir no tempo que vou tentar dedicar, postarei aqui.

terça-feira, 13 de maio de 2008

MSNBC Spectra Visual Newsreader - Papervision3D

MSNBC Spectra Visual Newsreader Visualmente espetacular, leve (pelo menos tratando-se de bytes) e funcionalmente muito bem desenvolvido. Quem desenvolve na plataforma Flash da Adobe, sabe que a criatividade dos designers é o limite para o que se pode desenvolver com esta tecnologia. Porém nem sempre o criativo anda de braços dados com o funcional e é justamente este equilíbrio que me chamou a atenção neste excelente trabalho.

O PaperVision3D é definitivamente uma das melhores (senão a melhor) API para implementação de renderização 3D de elementos visuais, e este, foi um trabalho onde os seus recursos foram bem aplicados.

Para não deixar de obtervar de maneira crítica o conteúdo, só achei que o 3D podería ter sido ainda melhor aproveitado, usando por exemplo algo como o 3D Wall (componente), desenvolvido e comercializado pela equipe do FlashLoaded.

FlashPlayer x Silverlight

Vale citar que, para a comunidade de desenvolvedores da plataforma Flash (e da própria Adobe) outra grande importância do lançamento de um site deste nível baseado no FlashPlayer, é muito importante para confirmar que a Microsoft (e o Silverlight), mesmo com seu grande poder de disseminar tecnologia, tem um grande competidor à sua frente, em constante e pleno crescimento.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Novo artigo no blog CTRLF5

coca13 Como alguns sabem, sou colaborador no blog CTRLF5 que é um blog que reúne uma galera que considero ser a NATA do mercado de criação/publicidade de Salvador. Bom, até agora eu sou o único colaborador lá mais voltado para a área de tecnologia, ou seja, não faço parte da NATA. ;)

Bom, de vez em quando eu tenho o desafio de escrever algo lá analisando tecnologias de desenvolvimento para web. Pra falar a verdade participo mais dos Comments realizando esse trabalho, pois assim o faço em cima do que eles demonstram interesse e/ou está dentro do foco deles.

Porém hoje, lendo algumas notícias, observei essa no UOL à respeito dessa marca da qual sou consumir absoluto. Imediatamente imaginei que sería legal colocá-la no CTRLF5. Mas aí me veio a pergunta: "Eu falando de marca? Nada a ver!".

Então observando os sites relacionados, encontrei o que falar pois o site da coca-cola é repleto de bons exemplos de aplicação do Flash Platform.

Para quem quiser ver a matéria sem muita linguagem técnica e citação de algumas críticas pessoais a respeito das tecnologias, segue o link.

Coca-Cola com novidades em suas marcas e uma análise de alguns recursos em seus sites

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Silverlight 2.0 anunciado

silverlight_logo O gerente geral da divisão de desenvolvimento da Microsoft, Scott Guthrie, anunciou em seu blog o Silverlight 2.0, suas "novidades" e também um tutorial.

Dentre as informações que mais chamam a atenção está a de que nessa nova ação a Microsoft incluí o plano de um release da plataforma para Linux adicionalmente.

 

Uma outra fonte da mesma informação, o site da ComputerWorld, cita que este release do Silverlight tem como objetivo direto atacar a tecnologia Flash da Adobe que o mesmo site cita como "popular" no universo RIA.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Tutoriais - Venda antecipada - 50% desconto


Seguindo o POST anterior, uma outra novidade.
Quem leu o POST a respeito do que estarei fazendo nas novas empreitadas, viu que um dos tópicos são treinamentos online. Só pra dar uma aguçada no pessoal, devo antecipar que esses treinamentos serão inéditos aqui no Brasil e serão oferecidos via Breeze (hj conhecido como Adobe Connect).

Então estou em fase de desenvolver os conteúdos. Os treinamentos disponibilizados inicialmente serão de ColdFusion, Actionscript 3.0, Flash e Flex. Depois virão outros treinamentos, inclusive de tecnologias que não são da Adobe.

Na tentativa de financiar este trabalho inicial, estarei promovendo a venda antecipada dos conteúdos, no formato de slides, textos e arquivos de exemplo, com 50% de desconto.

Os conteúdos, custos iniciais e suas respectivas datas previstas de entrega são:

1 - Flash intermediário - Prazo: 10/ago - Valor: R$150*
2 - ColdFusion intermediário - Prazo: 10/ago - Valor: R$300*
3 - Flex intermediário - Prazo: 25/ago - Valor: R$200*
4 - Actionscript 3 intermediário - Prazo: 25/ago - Valor: R$225*
5 - Flex Avançado - Prazo: 10/set - Valor: R$300*

*(estes são os valores com 50% de desconto, relativo aos valores previstos para os treinamentos online que serão disponibilizados via Breeze)

IMPORTANTE:
O prazo citado é para entrega DA ÚLTIMA PARTE do conteúdo que será disponibilizado conforme estiver pronto. Os conteúdos 1 e 2 começarão a estar disponíveis a partir do dia 26/jul. Os conteúdos 3 e 4 a partir do dia 13/ago. O conteúdo 5 a partir de 28/ago. Ou seja, o conteúdo mais breve já estará sendo entregue a partir de 3 dias e o mais tardio em aproximadamente 30 dias.

Vale citar que esta pacote NÃO inclui suporte. São materiais de estudo individual que prefiro chamar de tutoriais por este motivo.

Estaremos planejando descontos para quem quiser adquirir os treinamentos online, via Breeze, incluindo suporte, posteriormente. Certamente existirão. Só não posso confirmar ainda o montante, mas estarei confirmando isso ainda esta semana aqui no Blog.

Interessados, por favor entrem contato através do meu email: macieljr@gmail.com

terça-feira, 12 de junho de 2007

Flex 3 Beta disponível


É! A semana é de boas novidades!
O Flex 3 Beta já está disponível no Adobe Labs e repleto de recursos interessantíssimos para que sua disseminação seja ainda mais rápida do que já é promovida com o anúncio da sua recente mudança de licença para Open Source.

Novidades:

  • Suporte Nativo ao AIR (antes Apollo - leia sobre lançamento aqui no blog)
  • Cache de framework – Citarei detalhes em outro post. Mas o importante é saber que isto permitirá você fazer aplicações inteiras com aproximadamente 50k de peso do arquivo.
  • Melhorias de produtividade no Flex Builder – Suporte a re-factoring, novos perfis para melhoria de ajuste de performance e geração de código de acesso a dados.
  • Integração com o pacote CS3 – O Flex Component Kit para Flash CS3 permite a utilização do Flash CS3 tanto para o desenvolvimento pleno de aplicações diretamente neste IDE, como a utilização do mesmo para o desenvolvimento de componentes para o Flex. Além disso, recursos de importação de skins estão implementados para integração com outros softwares como o Fireworks CS3.
  • DataGrid Avançado – O Advanced DataGrid é um novo componente, com recursos a visualização hierárquica de dados, dentre outros recursos.
Veja mais, e baixe o Beta no Adobe Labs.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Expression Web - Dreamweaver Nightmare?


Não considero que explorei o software em 100% ds suas características, afinal foram apenas 3 horas de observações, mas posso dizer que estou muito contente com o que vi.

Primeiro, a ferramenta foi extremamente fácil de instalar e aliás com procedimentos que foram muito rápidos. Já não é novidade para ninguém, mas eu deixo claro mais uma vez que estou explicitamente comparando essas ferramentas da Microsoft às equivalentes da Adobe e justamente aí que farei minhas observações.

Bom, já que citei essa característica do installer rápido e prático, aqui vai a primeira comparação. O Dreamweaver CS3, recém lançado, pesa 285.43 MB (Windows). O Expression Web pesa 195MB.
Claro que não tem nada a ver comparar recursos disponíveis ao peso do arquivo, mas confesso que a diferença de 90MB aproximadamente me fez pensar.
O tempo de instalação do Dreamweaver que infelizmente não mensurei (nem o do Expression Web) foi muito mais demorado. Mais ou menos o triplo do tempo e sei que tem muita gente reclamando disso.

Como instrutor credenciado da Adobe, eu tive acesso ao installer do Design Premium CS3, a instalação foi complicadíssima, principalmente pelo fato de ter preciamente os Betas das ferramentas nele dispostas pré-instalados. Simplesmente um "limpeza" teve que ser feita previamente para que o procedimento de instalação fosse concluído com sucesso. Na verdade instalei e desinstalei completamente o pacote da Adobe umas 3 vezes até conseguir ter tudo funcionando corretamente.

Bom, mas enfim... Dores à parte, vamos a comparação. Que antes de tudo fique claro que reconheço que não domino o Expression Web e por isso não estou apto a comparar os dois por completo. Fora isso para mim está claro que o Dreamweaver CS3 possui muito mais recursos do que o Expression Web, embora o Expression Web esteja muito bem equipado para o seu proposito de desenvolver conteúdo para Web com a finalidade de apresentação dentro de Browsers e com a exploração de tecnologia da Microsoft (.Net). Ressalto apenas que o Dreamweaver desde versões anteriores possui recursos para o desenvolvimento WYSIWYG em ASP, .Net, JSP, PHP e ColdFusion. Há ainda muito mais diferenças peculiarem em relação a cada um.
Como estou fazendo uma avaliação superficial e rápida, selecionei alguns itens que são os mais importantes para mim no dia-a-dia de trabalho. Os tópicos que escolhi foram: Code hint, Code/Design View, edição/controle CSS, auto code-rewritting e site-wide code factoring/checking/find & replace.

Code Hint:
Gol para o ExpressionWeb
Placar atual: Expression Web 1 x 0 Dreamweaver CS3.

Na verdade foi um gol aos 47 minutos do segundo tempo. As características de code-hint são muito semelhantes. Mas houve um ponto onde o Expression Web deu show. Trata-se de algo que eu sempre reclamei em relação ao Dreamweaver em todas as suas versões. Cenário: Quando eu criei um "div" e setei o seu "id", ao escrever um código JavaScript e utilizar o método getElementsById(), o mesmo reconheceu através de code-hint o "id" da "div". Code factoring/recognition em tempo real. Muito bom.

Code x Design split:
Gol para o Expression Web
Placar atual: Expression Web 2 x 0 Dreamweaver CS3.

Aqui o comentário é tão rápido quanto a decepção que o Dreamweaver me causou ao ver que o famoso recurso de seleção em um dos splits com reflexo ao conteúdo respectivo no outro split não estava mais funcional na nova versão. Pois bem. Isso funcionou perfeitamente no Expression Web.

Edição e controle de CSS:
Gol para o Expression Web
Placar atual: Expression Web 3 x 0 Dreamweaver CS3.

A organização da interface do Expression Web para trabalhar com CSS para mim está muito melhor apresentada do que no Dreamweaver CS3 e isso para mim ao menos ficou muito evidente. Há maneiras, claro, de se alcançar os mesmos resultados trabalhando com o Dreamweaver CS3. Mas simplesmente o Expression Web torna a tarefa mais fácil e objetiva. Acho que neste sentido entra a experiência que a Microsoft tem com usabilidde de softwares de produção de código.

Auto Code Rewritting:
Gol para o Dreamweaver CS3
Placar atual: Expression Web 3 x 1 Dreamweaver CS3.

Não gostei da maneira como o Expression Web define a estruturação do código. Infelizmente não encontrei uma maneira de definir como eu quero que as tags sejam posicionadas de acordo com o conteúdo como faço no Dreamweaver fazendo com que ele organize o código da minha maneira.
Porém, na procura, acabei achando um recurso muito interessante de code snippet que eu gostaría que estivesse presente no Dreamweaver (e está no Eclipse, por exemplo) de se atribuir uma palavra-chave à entrada automática de um bloco de código. Por exemplo, você tecla CTRL+ENTER e uma lista (como ocorre com code hints) contento todas as palavras chaves já atribuídas a code snippets são relacionadas. Você seleciona com a seta de direção ou digita a sequência (por exemplo: "scriptj") e nesse caso o seguinte bloco de código é adicionado automaticamente:


<script type="text/javascript">
<!--
|cursor posicionado aqui
//-->
</script>


Como não era exatamente este o critério de avaliação para contabilizar "um gol", por isso este foi para o Dreamweaver CS3, mesmo sem possuir este excelente recurso.

Site wide code and content checking/refactoring e find and replace
EMPATE SEM GOLS
Placar atual: Expression Web 3 x 1 Dreamweaver CS3.

Se você não tiver compreendido o que significa este quesito, talvez um exemplo seja melhor para explicar. Imagine que você simplesmente move um arquivo de lugar ou o renomeia. Imagine que este arquivo possui diversas referências em diversos arquivos que compõem o site. Bom, ambos os softwares perguntam a você se você quer alterar a referências para refletir a modificação que você fez. Quanto ao find and replace, ambos os softwares apresentam as mesmas opções. Não pude perceber nada de especial que um tenha e o outro não. Quem souber, me avisa por favor.

Conclusão:
Bom... nos meus critérios de avaliação, estou muito propenso a avaliar o Expression Web mais profundamente. Infelizmente essa versão do Dreamweaver me decepcionou e por coincidência no mesmo momento em que a Microsoft resolve fazer o lançamento do Expression
Web com recursos totalmente semelhantes e algumas melhorias. Assim, essa avaliação não pára por aqui. Irei avaliar superficialmente as demais ferramentas do Studio Expression e postar
os resultados aqui, mas já fica a promessa de que irei mais a fundo na avaliação do Expression Web.
Atualmente já substituí o Dreamweaver CS3 pelo Eclipse e seus plugins. Para mim foi ótimo pois trabalho mais com código do que a parte visual (sou o que se classificaria como "code-centric"). Existem muitos recursos para se trabalhar visualmente com o Eclipse também e fiquei muito feliz com a iniciativa da Adobe de levar características do ColdFusion 8, por exemplo, para o Eclipse (debugger, tags code hints, etc). Isso sem contar que o FlexBuilder é o próprio Eclipse. Como as tecnologias com as quais estou envolvido são mais o Flex, Apollo, Flash e ColdFusion, não vejo algo que me motive a utilizar o Expression Web como ferramenta principal de desenvolvimento. Mas para aqueles que estão mais voltados à linha Microsoft, com o .Net, Silverlight e etc, vejo que o Expression Web é a escolha certa.

Sinto muito pela Adobe e o Dremweaver CS3. A ferramenta precisa melhor e muito... NA MINHA HUMILDE OPINIÃO!

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Resenha: Palesta Apollo na UNIFACS

Em primeiro lugar, muito obrigado à todos que compareceram à minha palestra, realizada no último dia 26 de maio na UNIFACS (Imbuí/Salvador/Bahia). Mesmo em um dia de chuva, muita gente acordou cedo para ouvir o que eu tinha a dizer e pude perceber a atenção com a qual o conteúdo foi recebido. Meus sinceros agradecimentos!

Segue aqui, conforme prometido, uma resenha sobre o conteúdo abordado.

1 - Recapitulando o que foi discutido na palestra anterior (21/abr/07).

Na oportunidade anterior, apresentamos o Apollo e seus principais conceitos apresentando-os através dos seguintes tópicos:

  • O que é o Apollo?
  • Qual o objetivo do Apollo?
  • O que se pode fazer com o Apollo?
  • A nova realidade para designers e developers
Foi realizado uma revisão desses itens, aproveitando para nos comunicarmos em uma lingaugem mais direta e desta vez com a utilização de diagramas para explicar o que é o Apollo e como o mesmo apresenta sua funcionalidade em comparação ao FlashPlayer instalado na forma de um controle ActiveX ou Plugin sobre o Sistema Operacional. Desta forma pudemos explicar a diferença das aplicações desenvolvidas utilizando-se a tecnologia Flash-Platform para o modelo anterior ao Apollo e após a sua introdução. Isso ajudou a deixar claro para os participantes, qual o objetivo do Apollo.

Diversos exemplos de aplicações foram apresentados para os participantes presentes, demonstrando o poder do Apollo e principalmente os recursos diferenciais que este disponibiliza aos desenvolvedores. Para uma fácil referência, utilizei os exemplos citados pela própria equipe da Adobe no site http://labs.adobe.com . Dentre os principais:

- Finetune. Discutindo inclusive sobre a importância do Apollo em uma análise particular do modelo de comércio possibilitado a partir de sua introdução.
- Fresh. Demonstrando a riqueza de interação já conhecida possibilitada pelo Flash/Actionscript em Rich Internet Applications, e adicionalmente um uso importante do recurso de renderização de HTML/CSS/Javascript possibilitado pelo controle HTML presente para esta finalidade.
- DryerFox. Demonstrando um uso divertido do controle HTML.
entre outros...
- Tweetr. Mais uma implementação de integração com o site Twitter.com. Para quem ainda não sabe, trata-se de um site estilo Blog Instantâneo onde as pessoas publicam simplesmente o que estão fazendo a cada momento. Curiosamente, aconselho conhecer o projeto TwitterVision 3D que não foi apresentado na palestra. Trata-se de mais uma interessante aplicação de integração com o Twitter, desta vez desenvolvido em Flex, integrando uma API 3D.

Finalizando esta primeira parte da agenda, discutimos sobre um novo cenário de oportunidades para designers e developers, debatendo principalmente sobre o baixo impacto de investimento intelectual (portanto, consequentemente financeiro) para aproveitamento destas oportunidades, uma vez que todo o conhecimento necessário por parte dos desenvolvedores de soluções web, são simplesmente reutilizados para a abordagem de soluções desktop adicionais, complementares ou isoladas de conteúdos e/ou soluções já desenvolvidas utilizando as tradicionais ferramentas Adobe para este propósito (Flash, Actionscript, Flex, Dreamweaver, Fireworks e uma linguagem server-side semelhante em funcionalidade ao Coldfusion).

2 - Últimos acontecimentos:

Nesta segunda parte, apresentei aos participantes do evento, notícias a respeito dos principais acontecimentos que influenciaram o meio relacionado ao Apollo. Os principais temas foram:
Apresentamos a notícia do Flex open-source abordando inclusive assuntos relacionados à mudança de estratégia e importância da aquisição da Macromedia por parte da Adobe no que diz respeito principalmente à influência deste acontecimento na estratégia de comercialização e abordagem comercial sobre os produtos herdados desta aquisição. Foi possível avaliar as boas consequencias disto para a comunidade desenvolvedora e tentar arriscar inclusive apostas em notícias semelhantes quanto à outros produtos da Adobe, inclusive o Apollo, consequencia que parece ser até mesmo óbvia.

Anunciei aos que ainda não sabiam da notícia, a API disponibilizada publicamente por Matt MacLean em seu site, ainda sem um modelo de licença definido por tratar-se de um experimento, que permite o acesso direto (sem o uso de um middleware) ao banco de dados mySQL.
Para exemplificar o seu uso de maneira rápida, apresentei o seguinte código fonte, disponível aqui de forma completa (com comentários inclusive) pois nos slides ele encontrava-se particionado por razões claras aos presentes (resolução de vídeo, melhor apresentação, etc.):

<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<mx:ApolloApplication xmlns:mx="http://www.adobe.com/2006/mxml" layout="vertical" width="400" height="320" resizable="false">
<mx:Script>
<![CDATA[
//importação das classes referentes à API disponibilizada em http://maclema.com/asql
//desenvolvida por Matt MacLean
import pl.mooska.asql.*;
import pl.mooska.asql.events.*;

//declaração da variável que irá manter os dados recebidos.
//a metatag [Bindable] permite que a mesma seja utilizada como valor de
//parametro em tags MXML que necessitem ter acesso à mesma.
//no exemplo atual, vamos defini-la como a fonte de dados do data-grid
//de nome de instância "grid", através do parâmetro "dataProvider" que
//o controle do tipo grid disponibiliza
[Bindable]
public var recordset:Array;

//instancia da conexão com o banco de dados mySQL
private var connector:Asql;

//uma variável para manter as mensagens à serem apresentadas no
//controle tipo label que temos na interface
//o "bind" desta variável será utilizado no parametro "text" do
//controle "label" instanciado como "lblMessage" na porção MXML
//deste código
[Bindable]
public var connectorStatus:String;

public function startApp():void{

connector = new Asql();

connector.addEventListener(SQLEvent.CONNECT, onConnect);
connector.addEventListener(SQLEvent.SQL_OK, onProcessed);
connector.addEventListener(SQLEvent.SQL_DATA, onData);
connector.addEventListener(SQLError.SQL_ERROR, onError);

connector.connect("ip_ou_dominio", "usuario", "s3nh4", "nome_do_banco");
connectorStatus = "Tentando conectar...";

}

private function onConnect(e:SQLEvent):void{
connector.query("SELECT * FROM tabela");
connectorStatus = "Conexão OK! Solicitando dados...";
}

private function onProcessed(e:SQLEvent):void{
//actions for an ok update or insert action result
connectorStatus = "Dados processados!";
}

private function onData(e:SQLEvent):void{
recordset = e.data;
connectorStatus = "Dados recebidos!";
}

private function onError(e:SQLError):void{
connectorStatus = "Erro na conexão!";
}

]]>
</mx:Script>
<mx:Label text="Apollo x MySQL access sample" fontFamily="Verdana" fontWeight="bold" fontSize="16"/>
<mx:DataGrid id="grid" dataProvider="{recordset}" width="298"/>
<mx:Button label="Connect and get data" width="159" id="btn" click="startApp()"/>
<mx:Label text="{connectorStatus}" width="301" textAlign="center" fontWeight="bold" color="#ff0000" id="lblMessage"/>
</mx:ApolloApplication>




ATENÇÃO:
No código acima onde temos:

connector.connect("ip_ou_dominio", "usuario", "s3nh4", "nome_do_banco");


Deve-se alterar o seguinte:
ip_ou_dominio: o IP do servidor onde encontra-se a instância do seu banco de dados mySQL ou o seu nome de domínio. Exemplo: 192.168.0.1 ou localhost
usuario: o usuário no servidor mySQL que possui acesso ao banco de dados que irá ser consultado.
s3nh4: a senha respectiva ao usuário especificado.
nome_do_banco: nome do banco de dados no servidor mySQL contra o qual será feita a consulta.

O seguinte esquema pode ser utilizado para criar a tabela de exemplo no seu servidor mySQL caso você queira testar o código acima:

CREATE TABLE `users` (
`username` varchar(15) default NULL,
`id` int(10) unsigned NOT NULL auto_increment,
`fullname` varchar(45) default NULL,
PRIMARY KEY (`id`)
) TYPE=InnoDB;

INSERT INTO `users` (`username`, `id`, `fullname`) VALUES
('vpmjr', 1, 'Vicente Junior'),
('commander', 2, 'Neil Armstrong'),
('moonPilot', 3, 'Edwin Aldrin'),
('commandPilot', 4, 'Michael Collins');

Você deverá ter instalado e configurado devidamente os seguintes softwares para proceder com o teste e saiba operá-los:
Caso você ainda não tenha instalado e configurado os softwares acima, aguarde pois estarei publicando tutoriais a respeito destes procedimentos em breve.

Adiante, discutimos a respeito dos seguintes temas:

Sería o Silverlight finalmente o tal do FlashKiller? Uma ameaça? (sub-tema: Já não ouvimos esta história antes?) Definitivamente não existe esta comparação e isso ficou muito claro ao final da discussão. O posicionamento de ambos é totalmente diferente. Farei mais posts a respeito deste assunto aqui no Blog.

Após isso, introduzí à questão apenas por intenção de adicionar informação aos presentes, o JavaFX e também discutimos quanto ao seu posicionamento. Ficou evidente que o Silverlight e o JavaFX são concorrentes diretos mas que o Apollo possui algusn diferenciais importantes a começar por seus fundamentos e objetivos que são divergentes a estes dois. Como no tópico do Silverlight, mais posts serão colocados aqui abordando o tema mais profundamente.

Finalizando

Tratamos a respeito de conhecimentos necessários para começar a desenvolver com o framework do Apollo, treinamentos que estou ministrado para implementar ou complementar tais pré-conhecimentos, bem como os treinamentos voltados exclusivamente para o Apollo que já estou ministrando (extra-oficialmente) para os usuários interessados.

Caso você esteja interessado em algum treinamento, leia os detalhes disponíveis neste post e entre em contato a partir do meu email.

Os treinamentos são ministrados individual e particularmente, bem como para grupos/empresas.

Até a próxima! Mais posts a respeito dos assuntos aqui abordados estarão disponíveis nos próximos dias.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Silverlight substitui o Flash e/ou Java?

Muito bom este "achado" do Ryan Stewart publicado no seu blog. (post original)

Trata-se de uma pergunta colocada no Technology Questions Forum, mas que se for bem lida percebe-se que a mesma traz a própia resposta, mas que foi muito bem respondida por outros participantes.

A pergunta: O Silverlight intenciona substituir o Flash e (ou) Java? Eu desinstalei o Java e o Flash, instalei o Silverlight... mas os sites me dizem que eu preciso instalar o Adobe Flash.

A questão que é mais pertinente no comentário do Ryan é que (traduzindo) "...é realmente interessante a percepção que os usuários finais têm após lerem Blogs, Artigos e qualquer outra coisa a respeito de RIA".

Teste de performance Actionscript

Achei este post muito interessante a respeito da performance do Actionscript. No post original do site do Peter Fisk muitos comentários interessantes foram postados. Vale a pena conferir. Abaixo uma cópia da tabela de resultados obtidos no teste:

Language / Milliseconds:
C# - 9
Actionscript - 15
VisualWorks - 112
IronPython - 430
Squeak - 1233
SmallTalk/DLR - 4000

Particularmente falando, na BDG (onde trabalho atualmente) estou desenvolvendo um trabalho em cima de um site promocional para um de seus clientes, a Preview, lançado pela agência no ano passado (http://www.oquesefazporai.com.br) que foi desenvolvido em AS2 utilizando o Flash 8. Meu trabalho consiste em melhorar a performance do mesmo.

Já estou com pelo menos 50% do trabalho de desenvolvimento das classes/scripts em AS3 para o FlashPlayer 9 e os gargalos foram simplesmente eliminados. Os ganhos de performance são incomparáveis.

Assim que este trabalho estiver finalizado, eu e o Rafael (meu chefe na BDG) estaremos publicando um case detalhado e o mesmo será postado aqui também.

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Aulas particulares

Após completar 8 anos como Instrutor & Desenvolvedor Certificado Macromedia/Adobe e de estar atuando há 12 anos com desenvolvimento Web (desenvolvimento de soluções, consultoria, etc.), anuncio que estarei lecionando aulas particulares, no domicílio do aluno ou na minha casa, nas ferramentas produzidas por esta empresa.

Serão principalmente aulas voltadas à recém lançada linha de produtos (CS3) Adobe para Web, tais como o Flash, Dreamweaver, Fireworks, Coldfusion, Flex & Apollo. Estarei ministrando, conforme demanda e necessidade dos alunos, aulas em todas as demais ferramentas também.

Essas aulas intencionam disponibilizar a oportunidade de treinamentos personalizados para aqueles que já utilizam as ferramentas Adobe em versões anteriores, bem como treinamentos de conteúdo de ampla abordagem para novatos. Ou seja, você pode definir seu próprio conteúdo ou então ter todo o curriculo (e além) apresentado de forma personalizada e de acordo com a sua realidade profissional (iniciante e/ou experiênte).

O valor das aulas é estabelecido por valor hora/aula. Assim o aluno tem a liberdade de tomar os treinamentos conforme a sua necessidade e disponibilidade, seja em relação ao tempo ou financeiramente falando. A hora aula varia de R$30 a R$60.

O aluno pode contar ainda com suporte vitalício (gratuíto quando por email e sob preço especial quando houver a necessidade presencial ou de documentação/escrita de material de suporte/exemplo). O suporte restringe-se apenas à versão estudada pelo aluno. Ao ser lançada uma nova versão do produto, o suporte mantém-se apenas para a versão estudada. Se o aluno desejar um "upgrade" no suporte, basta realizar um treinamento de atualização na nova versão da ferramenta em questão.

Para maiores informações, entre em contato no seguinte email: macieljr@gmail.com

Por hora, a disponibilidade é para o horário noturno, finais de semana e em casos extras feriados (com preços à serem avaliados).

Caso deseje mais informações, entre em contato no email citado e forneça todas ou partes das seguintes informações:

Nome, Email para contato, Telefone, Comercial/Residêncial, Celular, Horário pretendido, Treinamentos pretendidos, Formato pretendido (personalizado/sugestionado parcial ou completo).