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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

My Questions about Adobe Changes on FlashPlayer and Roadmaps

Learning from the mistakes Adobe?

CONTEXT:
I'm on Flash related business since 1996, when I downloaded a software called FutureSplash from a company called FutureWare and found a definitive solution for what I used to develop using Java Applets. Since that that, I just became so dedicated to the platform (and ColdFusion as well), that it even leaded myself to be part of the brazilian Macromedia team as a consultant and evangelist until 2003. After that, I kept my own business as an independent consultant.

Now, a lot of years after, I find myself very disappointed (as I believe a lot of people is as well) with the decisions made by Adobe recently.
Flash was always for me the only technology able to deliver what other technologies, like HTML specifically couldn't, that is ubiquity between platforms. I mean: That ubiquity was always the key feature on to adopt Actionscript/MXML and for everyone this was understood. Even Apple agreed, and it was clear when they took a step back and allowed cross-compiling on its 4.1 developer agreement regarding this issue.

The problem to the market was ALWAYS on Flash Player itself. Adobe seems to be not able to find a way to have FlashPlayer working as it would be for the market to accept it. Now Adobe just throw the towel leaving an entire community developers who sustained the platform growing, with the following message (in other soft words, of course):

Hey, there's no problem, FlashPlayer will still be there for desktop browsers and AIR will still be capable to allow you to cross-compile your AS3/MXML code for you to deliver proper HTML5/CSS/JS instead of SWF (in the future). And better, Flex SDK will be opened via Apache Foundation, as well as interested third party companies will also get the FlashPlayer sources and keep their on versions (Just like RIM announced it will do right now). 

QUESTIONS: 

  1. Do you Adobe really believe the market will still keep developing anything to run on FlashPlayer after that? As what justified and was keeping people thrusting on SWF was the ability to have this content viewable on any kind of devices - you mentioned that for years! Killing it, don't you just started the process to make FlashPlayer useless anywhere it is today?
  2. As it's only justifiable to have a cross-compiling when you can output multiple different formats from a single source (what maintained the so called and believed "develop onde, run everywhere" that we was requested to spread the word about), do you really believe someone will rely on AS3/MXML to output HTML5/CSS3/JS when we can do it directly using a lot of already mature softwares to do so available on the market, that in addiction allow us to cross-compile it to native executables for multiple platforms (Windows, MacOS, iOS, Android, etc)? 
  3. Don't you think the better decision was only to open source FlashPlayer and let the so called "public development efforts, together with Adobe Team resources made available now", to be able to take FlashPlayer to the level it would be on the multiple platforms including banned Linux and Mobile browser versions?
  4. Don't you know you lost a lot of thrust from people who most defended and worked together for and with you, even privately and at no charge (just for we can call "love", at most), waiting nothing from you then keep the things going on and NEVER even imagining you could someday do such a terrible move?
  5. Why didn't you focused all of that effort you are spending now to, together with the community, keep FlashPlayer as ubiquitous as it ever was, and on the move announce efforts to ADD the proper and necessary capabilities to your development tools and technologies to integrate them more and more with the HTML5 transition to come, in the format of a).new features on softwares like Dreamweaver, Catalyst, Edge, etc. b). Additional cross-compiling capability to the Flex SDK to output HTML5/CSS3/JS, as announced Falcon is intended to do? This would AVOIDED all that NEGATIVE BUZZ on the Community we are having to support together (remeber that most of us have business running on top of what we defended and spread from Adobe decisions, just to help Adobe to be stronger, even when it seems to have no value anymore) because of your tremendous and erroneous way to announce things and decisions. 
  6. Don't you think you need better marketing and press office to support you on such kind of announcements?"

domingo, 12 de setembro de 2010

Adobe vs Apple END WAR?

Lembram?

Pois é... acabou!
http://www.apple.com/pr/library/2010/09/09statement.html

Em outras palavras e bem resumidamente, o que havia sido restringido era o uso de LLVM (Low Level Virtual Machine) para fazer com que aplicações escritas em outras linguagens rodassem no iOS (o sistema operacional do iPhone, iPad e iPod). Toda a API da linguagem escolhida (por exemplo o Actionscript do Flash) era traduzida para Objective C e então as aplicações escritas nessa linguagem rodavam normalmente nesses equipamentos da Apple.

Esse anúncio determina que o LLVM está liberado, e a única restrição agora é a execução de código externo carregado em tempo real. Ou seja, a aplicação não poderá carregar módulos externos através de uma conexão HTTP (por exemplo) ou de qualquer outro protocolo ou método que seja. Aliás isso seria considerado falha de segurança em qualquer OS de software embarcado, como é o caso.

Outra coisa bem interessante que veio deste anúncio foi a notícia de que a Apple pela primeira vez está publicando no seu portal para desenvolvedores, o Guideline do processo de revisão pelo o qual toda a aplicação enviada para aprovação passa. Isso irá garantir uma transparência inédita do processo, além de agir como facilitador para a solução de problemas vez que uma aplicação não aprovada irá ter o conhecimento de qual (ou quais) pontos foram infringidos em tal processo.
Enfim, tudo em paz! Será?

Vale lembrarmos de que o FlashPlayer ainda não terá versão compativel com o iOS, e portanto essa discussão ainda não está terminada. Aliás, pelo contrário! Eu particularmente temo um pouco o que está por vir.

Tenho medo de que a tecnologia Flash tenha finalmente as portas abertas para infelizmente determinar por sí só uma imagem ruim no exigente mundo da Apple. O pior é que isso não aconteceria pela tecnologia em sí ou por menos esforço da Adobe. Isso pode acontecer simplesmente por causa dos desenvolvedores!

E não é por causa dos "sobrinhos" que eu temo. Estes, eu espero que sejam barrados pela própria Apple, embora eu tenho certeza de que ainda existirão teorias conspiratórias bizarras de que a própria Apple teria feito isso para que os sobrinhos finalmente provassem o que ela gostaria. Ironia à parte, ainda me lembro muito bem daquela "Carta aberta do Steve Jobs".

Mas enfim, particularmente, minha preocupação não são os sobrinhos. O mercado Apple é muito bem qualificado e nesse sentido irá se auto-filtrar. O que me preocupa é o fato de que nós desenvolvedores temos que nos re-educar para esse novo ambiente de desenvolvimento. A Adobe ainda não finalizou uma versão otimizada do SDK do Flex e isso acaba por exigir um esforço bem peculiar em cautelas por parte do programador na arquitetura de um software para estes dispositivos. Há mais um fator que tende a exigir esse esforço do desenvolvedor: Muitas das reclamações "ATUAIS" quanto as aplicações para iOS geradas com o PFI (Packager For iPhone), é quanto ao resultado do binary final, os problemas de uso excessivo de memória e consumo de bateria.

Ou seja, a Adobe ainda tem muito trabalho a retomar nesse Packager e nós muito a aprender para que essa notícia seja finalmente uma notícia de paz entre a Apple, seus produtos, a Adobe e nós desenvolvedores dedicados ao FlashPlatform.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Manifesto Flex For Kids 2010

Durante anos estivemos dedicados ao desenvolvimento de Aplicações Ricas. Durante anos estivemos dedicados a tecnologias como o Adobe Flex, BlazeDS, LiveCycle Data Services, Zend AMF, AMF PHP, Adobe Flash Professional, Flash Media Server, etc. Mas, principalmente, durante anos estivemos dedicados a compartilhar o nosso conhecimento com a comunidade. Na Flex Brasil , na FlexDev e em nossos blogs é provável que você já tenha encontrado algo que procura. E nunca pedimos nada em troca.

O que nos move não é nada material, mas sim a paixão pelo que fazemos e a convicção de que ao nos doar um pouco para a comunidade estamos ajudando e evoluindo conseqüentemente. Por estes mesmos motivos, estaremos todos reunidos dia 06 de fevereiro de 2010.

Temos muitas coisas que amamos para compartilhar com vocês. Porém, desta vez, queremos algo em troca. Algo que com certeza não lhe fará falta, mas que fará a diferença na vida das crianças do Cotolengo . Ganham vocês. Ganhamos nós. E, principalmente, ganham as crianças do Cololengo .

Assinam o Manifesto:
Beck Novaes, Carlos Eduardo, Daniel Lopes, Ebertom Consolim, Eric Cavalcanti, Fabio Vedovelli, Gabriela Perry, Igor Costa, Igor Musardo, Mario Junior e Vicente Maciel Junior.

Registre-se agora no Flex for Kids e ajude as crianças do Cotolengo . Porque alguém, já ajudou você um dia (e de quebra assista palestras que estão sendo preparadas com a mesma paixão de sempre).

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

RIA-BA Grupo de Desenvolvedores RIA na Bahia

mini_banner

Essa é uma grande notícia!
Recebemos o “sinal verde” por parte da Adobe para iniciarmos uma comunidade oficial Adobe destinada a desenvolvedores e interessados no desenvolvimento de soluções RIA baseadas e suas tecnologias.
Surge assim o RIA-BA. Acesse o link no site de comunidades da Adobe, que será o site principal do grupo, inscreva-se e conheça mais detalhes sobre como será a nossa atuação.

As tecnologias que abordaremos, são basicamente as que são voltadas diretamente ao desenvolvimento de soluções RIA, que hoje são o Flash, o Flex/FlexBuilder, AIR, ColdFusion (e frameworks), Flash Media Server, BlazeDS, Cairngorm (e outros frameworks) e diretamente ligadas ao Flash Platform, assim como o Flash Catalyst (Thermo) e outras ferramentas que forem anunciadas.

À frente do grupo estaremos eu (Vicente Maciel Jr) e o meu amigo Jefferson Petilo.

Como alguns sabem, atuamos na Bahia (independentemente, por hora) com consultoria, treinamento e principalmente o desenvolvimento de soluções RIA. Nossa intenção com o grupo é concentrarmos esforços, para cada vez mais aumentar o potencial e resposta de demanda de mercado na região, através da distribuição de informação e acesso às novidades que surgirem no setor, de maneira mais rápida e eficiente possível. Para isso, estaremos abertos e firmando boas parcerias que possibilitem alcançar tal objetivo, bem como atender a outras necessidades dos usuários do grupo em relação a outras tecnologias Adobe que não sejam exatamente o foco do nosso grupo abordar, tais como Fireworks, Illustrator, Photoshop, Premiere, etc.

Enfim, interessados, mantenham-se ligados no site, que será nossa principal ferramenta de abordagem, efetivação e comunicação com a comunidade.

Sugestões e criticas construtivas serão sempre muito bem-vindas!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Flex Grafico de Barra no DataGrid sem usar Visualization Framework

igorcostaBlog

Hoje no MSN o Igor Costa me apresentou um hack , para de forma muito criativa apresentar um gráfico de barras usando linhas do DataGrid referente a cada valor apresentado. Veja o post: http://www.igorcosta.org/wp-trackback.php?p=190

sábado, 29 de novembro de 2008

RIP Rich Internet Presentation

thesecret_for_ria

Foi simplesmente a melhor apresentação a respeito de RIA que já tive a oportunidade de assistir, não só no tocante ao conteúdo, que foi de uma riqueza impressionante e muito bem elaborado, mas também pela performance do apresentator, Beck Novaes (DClick), que conseguiu de uma maneira extremamente clara, objetiva e didática, abordar temas “obscuros” (e às vezes até pouco conhecidos/ignorados) da produção de um RIA.

Fico extremamente orgulhoso de saber que um material dessa qualidade tenha sido desenvolvido por um brasileiro e gostaria muito de ve-lo publicado no Adobe Developer Connection como uma referência importante, tanto para quem vai iniciar-se no desenvolvimento de RIAs, quanto para quem quer atingir um nivel superior na realização e redesenho de seus trabalhos atuais.

Por isso, digo que o Beck consegiu inaugurar o termo RIP (Rich Internet Presentation)

Isso porque ele conseguiu colocar na execução da sua apresentação, exatamente tudo o que ele abordou como importante no desenvolvimento de um RIA. Quer saber o quê foi? Como foi? Só assistindo.

http://blog.dclick.com.br/2008/11/29/60-pessoas-ja-sabem-o-segredo/trackback/pt/

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

DClick disponibiliza arquivos do MAX2008

DClickLogo

O Rafael Martinelli da DClick que está nos EUA participando do MAX 2008, em uma atitude bastante admirável está disponibilizando alguns arquivos distribuídos/gravados durante o evento.

Dentre os arquivos, o Flex 4 (Gumbo) para Win e Mac e o Catalyst para Mac, além de videos da apresentação do Ely Greenfield.

Passe lá, baixe e deixe o seu comentátio de agradecimento!

Alchemy Flash C++

20080330_atoms_and_alchemy

A imagem ao lado não se refere ao logo do projeto que a Adobe anunciou no MAX 2007 e que disponibilizou para testes e avaliação da comunidade no MAX 2008 que ocorre esta semana.

A imagem refere-se a capa de um livro que pode se conhecido neste link. Simplesmente achei o logo do mesmo interessante e resolvi usar a imagem para ilustrar o post.

OK! Justificativas feitas, vamos ao que realmente interessa!

No MAX 2007, este projeto originalmente chamado de FLACC foi apresentado, anunciando a possibilidade de compilação de código escrito em C/C++ em uma biblioteca com bytecode possível de ser consumido e rodado em uma “futura” versão do FlashPlayer.

Pois bem. Essa semana, no MAX 2008 que ocorre em San Francisco/CA/USA, o projeto foi aberto ao público e encontra-se disponível no Adobe Labs afim de que programadores C/C++ possam efetivamente testá-lo, bem como sugerir implementações, ou simplesmente dar a sua opinião. O “futuro” FlashPlayer traduz-se no recém disponibilizado FlashPlayer10 e extende-se ao Adobe AIR 1.5 disponibilizado paralelamente ao anúncio do Alchemy.

A pergunta é: Qual o objetivo prático do Alchemy?

Inicialmente, e confesso que eu fui uma dessas pessoas, me pareceu que esta sería a declaração de liberdade de recursos do FlashPlayer, abrindo ai a possibilidade de valer-se de bibliotecas C/C++ destinadas até mesmo co controle de hardware (impressoras fiscais, equipamentos de biometria, joysticks, etc.), mas infelizmente não é do que se trata.
O principal objetivo do Alchemy é expandir a capacidade do FlashPlayer no que se refere a processamento de dados. Ou seja, algoritimos de criptografia; leitura, análise e processamento de áudio e vídeo; leitura, escrita de renderização dos mais diversos tipos de formatos de arquivos e coisas do tipo. Ao invés de portar/reescrever um código originalmente escrito em C/C++, o mesmo pode ser simplesmente  compilado em um SWF/SWC e consumido por um código AS3 (Flash/Flex/AIR).
Ou seja, os recursos capazes de serem explorados em C/C++ no FlashPlayer10/AIR 1.5, são limitados exatamente aos recursos presentes nos respectivos players, o que acaba soando óbvio mas que não precisaria ser necessariamente assim. Porém, de qualquer maneira é um avanço impressionante nas capacidades que o Adobe Flash Platform passa a oferecer. Aliás, gostei deste termo ter sido resgatado pela Adobe para referenciar toda a linha de produtos relacionados à produção ou a execução/controle de conteúdo utilizando ActionScript.

Então o que muda? O que poderá surgir a partir disso?

Mais uma vez as possibilidades estão apenas limitadas à critividade, mas com ainda mais opções. Pense numa formula tipo “infinito² - direct_hardware_access”.
Primeiro a gente tem que pensar que a maioria das possibilidades de uso desses recursos que serão implementados daqui por diante já estavam disponíveis e eram possíveis por causa do recurso de “ByteArray” (Classe ByteArray) introduzida no FlashPlayer9/AIR 1.0, porém sendo necessário um esforço muito maior do que será necessário agora, vez que para alcança-los era necessário reinventar a roda reescrevendo tudo o que já existia antes para tal. Hoje, com o Alchemy, bastará compilar um código pré-existente que tenha a base da funcionalidade deseja e implementá-la com AS3. Alguns recursos, como os relacionados diretamente a som (Dynamic Sound Sampplig) e alguns em relação a formato de vídeo (H.264 por exemplo) só serão possíveis pela disponibilidade do recurso internamente no FlashPlayer10/AIR 1.5, assim como também a aceleração de vídeo por software e por hardware.
Dentre as possibilidades práticas que podemos imaginar estão desde as já apresentadas como exemplo pela própria Adobe no MAX 2007/2008 como jogos famosos sendo disponibilizados para rodar com o FlashPlayer/AIR onde o jogo Quake I foi utilizando como exemplo, players de vários formatos de audio/video (não apenas MP3/FLV), conversores de arquivos, serviços de criptografia/descriptografia de dados, implementação de protocolos de comunicação cliente-servidor e até mesmo um maior avanço no uso desses players de maneira mais abrangente em dispositivos como celulares, set-top-boxes (tv-digital), pocketPCs, console de games, etc.

E você? O que você acha que pode ser possível a partir do Alchemy?

Lembre-se, se você quiser começar a portar um eventual código C/C++, na página dedicada ao Alchemy no Adobe Labs, você encontra além dos binaries do projeto, exemplos e instruções de como preparar o ambiente e usar o compilador no Windows, MacOS e Linux.

ColdFusion 9 Centaur

Logo ColdFusion 9 - Centaur

Das novidades anunciadas, umas da que eu mais esperava!

O ColdFusion 9, de code-nome Centaur, na minha opinião apresenta-se com um pacote de inovações técnicas na sua infra-estrutura que remetem à força e dedicação da Adobe em torná-lo cada vez mais uma plataforma competitiva em relação a outros servidores de aplicação disponíveis no mercado.

As novidades desta versão, conforme o que já foi publicado oficialmente pela Adobe (há mais, acreditem), deixam isso bem claro. Faço abaixo meus comentários pessoais a respeito de cada recurso:

Mapeamento de Objetos Relacionais (ORM)

A idéia é diminuir a necessidade de implementação personalizada e geralmente repetitiva para que se obtenha consistência e agilidade no desenvolvimento de aplicações no que se refere à dados. Com este recurso, de uma forma bastante simples o ColdFusion irá expor ao desenvolvedor, a partir de uma configuração bastante simples, objetos que representam dados do banco de dados, considerando a relação existente entre os mesmos.
Hoje, para atingir uma situação/ambiente de desenvolvimento semelhante, utilizo o framework Transfer-ORM desenvolvido, mantido e disponibilizado por Mark Mandell.
Infelizmente acho que códigos que exponham tal recurso ainda não podem ser publicados, mas se você deseja ter uma prévia do que será este recurso no ColdFusion 9 Centaur, conhecer o Transfer-ORM é uma boa introdução.

Melhorias na linguagem em sí

Até mesmo para expor o recurso de mapeamento de objetos relacionais (orm) citado acima, a linguagem necessitava de implementações. Haja visto que o próprio Transfer-ORM acaba pecando em alguns dos seus aspectos internos e capacidade de integração com outras camadas da aplicação, justamente por algumas limitações que o CFML/CFScript apresentavam até então. No caso do Transfer-ORM isso é notável principalmente quando implementa-se uma integração com o Flex/AIR por exemplo. Em resumo, é necessário criar algumas soluções alternativas para integrar os objetos gerados pelo Transfer (os TransferObjects) às capacidades AMF (Remoting/LiveCycle) do ColdFusion.

Essas melhorias na linguagem são basicamente:

  • Possibilidade de escrever componentes (CFCs) totalmente utilizando CFScript
  • Palavra chave “new” para simplificar o instanciamento de componentes bem como sua inicialização
  • Palavra chave “import” para definir o acesso a objetos de dependência em um componente
  • Definição explícita de getters e setters (métodos com diretivas get/set)
  • Definição de um escopo para variáveis locais que simplificará até mesmo a estrutura de um componente
  • CFFINALLY e CFCONTINUE que complementam a logica do TRY/CATCH e LOOPs
  • Enfim, a eliminação das diferenças entre CFTAGs e CFSCript

Ao mesmo tempo que temos que avaliar que isso tudo é extremamente positivo em termos de recursos, capacidade e robustez do ColdFusion, acho que foi importante a preocupação em manter a simplicidade do CFML em sí afim de que o ColdFusion não perca a agilidade da programação declarativa.

Outro fator importante é a proximidade de sintaxe, na questão dos scripts, da estrutura de código e da lógica que será possível de se implementar com o CFSCRIPT em relação às tecnologias concorrentes. Creio eu que além de diminuir uma resistência – que é imediata em relação as TAGs – aumenta a capacidade de se compreender o ColdFusion por parte de desenvolvedores PHP, ASP/.Net, Java, etc.

Serviços ColdFusion expostos ao Flex/AIR através de bibliotecas AS3 específicas (SWCs)

Como desenvolvedor Flash/Flex/AIR, este para mim é o principal recurso que fará diferença no meu dia-a-dia a respeito do ColdFusion 9 Centaur. Vários recursos, que não sei se já podem ser citados publicamente ainda por isso não o farei agora, que hoje dependem de uma implementação manual e repetitiva de aplicação para aplicação, já será abstraída pelo ColdFusion, permitindo o consumo direto desses recursos por meio de objetos em uma API definida em AS3 que poderá ser implementada nas aplicações como RSLs (Runtime Shared Libraries) assinadas digitalmente, que farão parte do framework compartilhado de distribuição única, ou seja, que o usuário baixa uma única vez ao primeiro acesso à aplicação Flex (o AIR não necessita desse download adicional).
Este recurso será certamente considerado um grande diferencial na adoção do ColdFusion para integração com Flex em aplicações RIA robustas.

Método “onServerStart” no Application.cfc

Bom, para quem é usuário do CF e já implementa o Application.cfc em suas soluções, a importância já é implícita. Mas enfim, dá ao desenvolvedor a capacidade de executar uma rotina personalizada na inicialização de um servidor.

 

Para ler dados oficiais do anúncio e candidatar-se a Beta Tester, visite a página dedicada ao lançamento no Adobe Labs:
http://labs.adobe.com/wiki/index.php/Centaur

Adicionalmente, eu não poderia deixar de comentar que ainda espero que exista alguma novidade em relação a politica comercial do ColdFusion. Mas como ainda estamos em fase de discutir o produto em sí, o que nos resta é aguardar.

De qualquer forma, repito, na minha opinião a Adobe encontrou várias formas de justificar e reforçar o diferencial do ColdFusion em relação aos seus concorrentes. E digo isso sustentando que eu mesmo me surpreendi.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Tudo sobre o Flex com exemplos

tourDeFlex

Essa aplicação AIR foi anunciada hoje no MAX2008 e tem como objetivo principal:

- Permitir um overview da arquitetura do Flex a iniciantes

- Servir de referência visual para desenvolvedores experientes

- Permitir que soluções diversas possam ser demonstradas facilmente

Foi uma sacada bem legal. Está disponivel também como plugin para o Eclipse/FlexBuilder.

Faça o download em: http://flex.org/tour

FlexBuilder 3.0.2 e Flex SDK 3.2

fx_smallAtualização (release) para o FlexBuilder e o Flex SDK para oferecer suporte ao FlashPlayer10.

Detalhes a respeito deste release (e links) podem ser encontrados no DeveloperConnection:
http://www.adobe.com/devnet/flex/articles/sdk32_fb302.html

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Produtividade Flex e Cairngorm com o Factory IDE

riaptblog Recebi essa dica do @vedovelli (Fábio Vedovelli) no Twitter, fui conferir no blog do RiaPT e achei simplesmente sensacional! Eu já tinha procurado por algo assim e não tinha encontrado.

Além de aumentar a produtividade, aumenta também a qualidade do código que produzimos, e nos incentiva a produzir uma boa documentação.

Veja post original no RiaPT

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Google Chrome. OK! Adobe browser. Por que nao?

Adobe CS3_thumb Analisando os comentários que surgiram após o anúncio do Google Chrome, um pensamento que na verdade já tenho há tempos voltou a "passear" na minha mente: Por que não um navegador da Adobe?

Se você analisar as principais características do Chrome, fica ainda mais evidente que a Adobe tem total condições de colocar uma opção de navegador à disposição, que teria excelentes condições de se tornar o melhor dentre todos.

Relaciono aqui alguns dos principais recursos técnicos presentes no Chrome, e como a Adobe pode correspondê-los:

Recurso Google Chrome Adobe
Javascript Engine V8 Tamarim (doado ao Mozilla.org)
Runtime (?) Google Gears AIR
Browser engine WebKit / Safari engine WebKit / Safari engine (??)
? - Ainda não sei se é correto especificar o recurso como Runtime Virtual Machine
?? - O WebKit não é da Adobe, mas é o engine implementado no AIR para renderizar XHTML/Javascript atualmente no controle mx.controls.HTML (Flex SDK). Portanto, já existe domínio em como implementá-lo

sexta-feira, 23 de maio de 2008

1a Reuniao - Grupo de estudos Flash Flex AIR AS3

grupo_estudos_banner01

A primeira reunião do grupo foi um sucesso!

Parabéns ao Osmundo pela iniciativa, à Monica da iTraining por ceder o espaço e à todos os presentes pela qualidade das discussões que pudemos iniciar. E claro, obrigado pelo convite.

Para quem não pôde estar presente nesta primeira reunião, segue uma tentativa de sumarizar o que entrou em pauta:

  1. Esclarecimento do objetivo do grupo: Esclarecemos o objetivo e sistemática das reuniões. Em resumo, que não se trata de um treinamento, não há uma figura central e que o conteúdo do estudo se dará sempre pela sugestão definida na reunião anterior, com a apresentação dos resultados, dúvidas e esclarecimentos das mesmas com participação e colaboração de todos.
  2. Discutimos sobre as diferenças de um treinamento e um grupo de estudos, bem como definimos o que esperar de um e de outro. Também aproveitamos para refletir sobre como tirar melhor proveito de um ou outro treinamento e qual o benefício para os centros de treinamento locais da criação de grupo(s) de estudo.
  3. Diferenças principais entre o AS2 e AS3 onde usamos como "cenário" um projeto recente no qual participei, para ilustrar o tipo de influência que essa migração (AS2 p/ AS3) pode apresentar. Nesta oportunidade discutimos performance, metodologias, influência de padrões e outras características.
  4. Esclarecimento sobre Flash, Flex, AIR, Silverlight, Prism, JavaFX. Discutimos suas peculiaridades, suas definições, praticamos alguma previsão sobre o futuro de cada uma baseado em fatores atuais a respeito destas. Neste tópico, ainda há bastante o que se discutir e dismistificar. Muitos me procuraram para continuar o assunto particularmente por MSN e email, mas sugiro que isso seja feito na lista de discussões do MUGBA, para que a discussão possa ficar ainda mais rica e não limitar-se a uma única opinião/definição/visão.
  5. Iniciamos a definição de um roteiro de assuntos para os estudos, analisando o porque adotar uma ou outra ordem. À princípio resolvemos convencionar, baseado no maior interesse dos presentes, uma introdução ao Actionscript 3.0 e MXML baseando-se no Quick Start do Adobe Devnet. Porém creio que teremos que fazer, na proxima reunião uma introdução básica, à estrutura e aplicação de uma Classe AS3 no Flash CS3 por parte de algum presente que possa fazê-lo.
  6. Para poder ilustrar a aplicação do Flex e sua comparação com a adoção de AJAX para projetos similares, fizemos um breve estudo do exemplo FlexStore  onde através de uma explicação teórica sobre o desenvolvimento do mesmo, pudemos verificar as diferenças produtivas entre o desenvolvimento baseado em Javascript e o desenvolvimento baseado em MXML/AS3. Eu sugiro que algum membro do grupo de estudos que esteja apto, desenvolva um exemplo de uma interface simples desenvolvida em AJAX (pode-se usar alguma das APIs citadas, como ExtJS e JQuery), e similiar em MXML/AS3. Eu me disponibilizo a ajudar.
  7. À princípio as reuniões serão mensais com a próxima reunião pré-sugerida para 21 de junho (sábado) com horário à definir. o conteúdo desta reunião será o resultado (dificuldades, problemas, idéias) surgidas com o estudo dos QuickStarts.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Documentação Oficial do FlashPlayer 10

Adobe Flash Player 9 Finalmente disponibilizada a documentação oficial da recém publicada versão do FlashPlayer.

Eu estava escrevendo uma matéria sobre as novidades, que estaria pronta hoje a noite. Porém, ainda repleta de suposições e tentativas de antecipação das possibilidades de aplicação de cada um dos novos recursos.

Agora, com a documentação disponível, vou poder adiar para postar algo mais objetivo.

fonte: http://www.flashmagazine.com/news/detail/official_flash_player_10_documentation/

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Grupo de estudos Flex AIR AS3 em Salvador, Bahia

grupo_estudos_banner01 

O Osmundo (vide blog), instrutor e consultor da iTraining, anunciou hoje o grupo de estudos a iniciar-se dia 22 de maio, as 17h, na sala de treinamentos da iTraining em Salvador/BA. Este grupo, terá como tema de estudo, as tecnologias Flash, Flex, Flex Builder, Actionscript, FlashPlayer e AIR. É previsível que a partir deste, outros grupos sejam formados.

Fui convidado para abrir o grupo de estudos. Convite este que me deixa muito feliz e orgulhoso. Será muito bom estar estudando, evoluindo e tentando colaborar em algo com algum conhecimento que já tenho nessas tecnologias. Sei que vou aprender muito, pois não há motivação maior do que ter pessoas precisando das mesmas respostas que você.

Sobre como será minha pequena contribuição:

Não quero usar da oportunidade só para fazer uma apresentação. Então quem estiver presente, pode aproveitar para tirar qualquer dúvida (sobre os primeiros passos, nessa primeira oportunidade, só para ter foco nivelado) que o meu pouco conhecimento puder esclarecer.

Como se trata de um grupo de estudos, então vou aplicar uma linha de introdução aos estudos dessas tecnologias (AS3/MXML/Flex/AIR), orientando sobre os primeiros passos, questões quanto a configuração e sugestões nesse aspecto, como buscar ser auto-suficiente para esclarecer dúvidas usando a documentação e etc.
Quero dar dicas também quanto a performance no desenvolvimento de aplicações.
Adicionalmente devo apresentar alguns recursos que complementam o meu ambiente de trabalho e que creio eu, podem vir a serem úteis para quem for aplicar profissionalmente esses tecnologias no seu dia-a-dia.

Não esperem que eu vá preparar slides e etc. O que eu estarei mostrando aos presentes, é o que eu faço no meu dia-a-dia como desenvolvedor com foco nessas tecnologias.

E lembrem-se, não quero fazer uma palestra. Quero iniciar um grupo de estudos, colocando em foco as questões práticas. Também não será uma aula pois o tempo não permitiria e eu não a faria sem um bom preparo estutural da sala, de equipamentos, softwares, material e etc.

A intenção é que quem participar, saia doido(a) para chegar em casa e começar a praticar!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Tutoriais Papervision3D

papervision3d Resolvi ir atrás de algum conteúdo para poder iniciar algum estudo melhor organizado no meu tempo livre e vou procurar partilhar o que achar aqui no TeclandoAlto. Há na verdade bastante conteúdo. Então, vou postar aqui os conteúdos seguindo a forma como vou me organizar para estudar. Quem tiver interesse, é só seguir, ajudar, compartilhar, etc. Ah! Cobrar tb pode!

Para começar, quem quiser ter acesso à API, disponibilizada como componente para o Flash, ou através do SVN no GoogleCode, seguem os caminhos:

Home Page no GoogleCode

Repositório SVN AS2

Repositório SVN AS3

Achei também uma listagem de tutoriais no site Flash Enabled:
http://flashenabledblog.com/2008/05/12/papervision3d-tutorials-in-flex-3/

Ao longo dos meus estudos, o que eu conseguir reunir no tempo que vou tentar dedicar, postarei aqui.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

FlexBuilder 3 Pro gratuito para estudantes

flexbuilderpro3free A notícia não é nova, mas como a Adobe transmitiu oficialmente hoje um mailing sobre a questão, vale à pena propagá-la o máximo possível.
LINKS:
Conteúdo do mailing
Site para obtenção da licença

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Flex Team anuncia novidades sobre o SDK

flex3_fx_124x120 Essa semana já fomos muito bem "preparados" para a chegada do Release final do Flex 3 SDK junto com o FlexBuilder com o post bem humorado do Ted Patrick (A long time ago in a galaxy far, far away...).

Agora a notícia vem diretamente da equipe de desenvolvimento do Flex, recheada com informações sobre como será o primeiro release como projeto open-source.

Dentre as informações importantes para quem já planejava fazer uso disso de alguma forma, seja participando ou apenas observando o desenvolvimento, já ficou claro como isso vai funcionar. O projeto tá possui inclusive, conforme o anúncio, um repositório SVN configurado.

Na verdade, creio que o mais importante era mesmo saber "o quê" sería realmente publicado lá, e o anúncio deixou tudo bem esclarecido.

AS3 & MXML Compilers / Debugger: Já era esperado, mas nem por isso é menos empolgante saber desta informação, pois o que isso vai trazer de melhoras para os desenvolvedores em torno da tecnologia, é praticamente impossível de se medir. Embora o FlexBuilder não faça parte deste projeto open-source, os desenvolvedores podem aguardar o aprimoramente de ferramentas IDE já existentes para o desenvolvimento em MXML/AS3, além é claro de novas ferramentas que surgirão à partir disso.

SWFUtils Java Library: Essa, pelo menos pra mim foi uma boa novidade! Trata-se de uma biblioteca Java que permitirá não apenas LER dados de arquivos SWF para o formato do FlashPlayer 9.x, bem como escrevê-los.

Todos esses recursos reunidos certamente irão resultar não apenas em grandes novidades para nós desenvolvedores, como também para os consumidores dessa tecnologia. Ao menos as portas estão abertas para que novos produtos em torno do Flash Platform venham a surgir.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Silverlight 2.0 anunciado

silverlight_logo O gerente geral da divisão de desenvolvimento da Microsoft, Scott Guthrie, anunciou em seu blog o Silverlight 2.0, suas "novidades" e também um tutorial.

Dentre as informações que mais chamam a atenção está a de que nessa nova ação a Microsoft incluí o plano de um release da plataforma para Linux adicionalmente.

 

Uma outra fonte da mesma informação, o site da ComputerWorld, cita que este release do Silverlight tem como objetivo direto atacar a tecnologia Flash da Adobe que o mesmo site cita como "popular" no universo RIA.