AIR 1.0 download
Links para download:
Runtime (para rodar as aplicações)
SDK (compilador, debugger, etc.)
Links para download:
Runtime (para rodar as aplicações)
SDK (compilador, debugger, etc.)
E não vejo a hora desse download terminar.
Ah! Como poderão ver no link para download, ele na verdade não é de 169MB. São na verdade 425MB!
Ah! É um trial ok? 60 dias! Open-source free só o SDK.
Definitivamente eu queria ter US$500 pra gastar com um teclado!
Não seria apenas um "brinquedo" interessante, mas é definitivament produtivo!
Tag(s): dicas, diversos, pessoal, tecnologia, youtube
Como alguns sabem, sou colaborador no blog CTRLF5 que é um blog que reúne uma galera que considero ser a NATA do mercado de criação/publicidade de Salvador. Bom, até agora eu sou o único colaborador lá mais voltado para a área de tecnologia, ou seja, não faço parte da NATA. ;)
Bom, de vez em quando eu tenho o desafio de escrever algo lá analisando tecnologias de desenvolvimento para web. Pra falar a verdade participo mais dos Comments realizando esse trabalho, pois assim o faço em cima do que eles demonstram interesse e/ou está dentro do foco deles.
Porém hoje, lendo algumas notícias, observei essa no UOL à respeito dessa marca da qual sou consumir absoluto. Imediatamente imaginei que sería legal colocá-la no CTRLF5. Mas aí me veio a pergunta: "Eu falando de marca? Nada a ver!".
Então observando os sites relacionados, encontrei o que falar pois o site da coca-cola é repleto de bons exemplos de aplicação do Flash Platform.
Para quem quiser ver a matéria sem muita linguagem técnica e citação de algumas críticas pessoais a respeito das tecnologias, segue o link.
Essa semana já fomos muito bem "preparados" para a chegada do Release final do Flex 3 SDK junto com o FlexBuilder com o post bem humorado do Ted Patrick (A long time ago in a galaxy far, far away...).
Agora a notícia vem diretamente da equipe de desenvolvimento do Flex, recheada com informações sobre como será o primeiro release como projeto open-source.
Dentre as informações importantes para quem já planejava fazer uso disso de alguma forma, seja participando ou apenas observando o desenvolvimento, já ficou claro como isso vai funcionar. O projeto tá possui inclusive, conforme o anúncio, um repositório SVN configurado.
Na verdade, creio que o mais importante era mesmo saber "o quê" sería realmente publicado lá, e o anúncio deixou tudo bem esclarecido.
AS3 & MXML Compilers / Debugger: Já era esperado, mas nem por isso é menos empolgante saber desta informação, pois o que isso vai trazer de melhoras para os desenvolvedores em torno da tecnologia, é praticamente impossível de se medir. Embora o FlexBuilder não faça parte deste projeto open-source, os desenvolvedores podem aguardar o aprimoramente de ferramentas IDE já existentes para o desenvolvimento em MXML/AS3, além é claro de novas ferramentas que surgirão à partir disso.
SWFUtils Java Library: Essa, pelo menos pra mim foi uma boa novidade! Trata-se de uma biblioteca Java que permitirá não apenas LER dados de arquivos SWF para o formato do FlashPlayer 9.x, bem como escrevê-los.
Todos esses recursos reunidos certamente irão resultar não apenas em grandes novidades para nós desenvolvedores, como também para os consumidores dessa tecnologia. Ao menos as portas estão abertas para que novos produtos em torno do Flash Platform venham a surgir.
Tag(s): actionscript, adobe, flex, flexbuilder, open-source
O gerente geral da divisão de desenvolvimento da Microsoft, Scott Guthrie, anunciou em seu blog o Silverlight 2.0, suas "novidades" e também um tutorial.
Dentre as informações que mais chamam a atenção está a de que nessa nova ação a Microsoft incluí o plano de um release da plataforma para Linux adicionalmente.
Uma outra fonte da mesma informação, o site da ComputerWorld, cita que este release do Silverlight tem como objetivo direto atacar a tecnologia Flash da Adobe que o mesmo site cita como "popular" no universo RIA.
Tag(s): .net, adobe, air, desenvolvimento, desktop, expression web, flash, flex, microsoft, ria, silverlight, tecnologia
Na eterna batalha de se adotar um modelo de licença pública ideal, surge mais uma opção: What the Fuck Public License (Do What The Fuck You Want Public License) ou em bom português (tradução livre), "licença pública faça a porra que você quiser".
Trata-se na verdade de uma crítica em relação a esses modelos de licença sobre o qual sempre há a discussão a respeito de qual delas é "mais livre" do que a outra.
O autor, Sam Hocevar, no seu site, faz uma reprodução muito cômica do formato básico desses modelos de licença.
A licença, claro, tem apenas uma cláusula (traduzida):
0 . Você simplesmente faz a porra que você quiser
Tag(s): licença
Até então, eu desconhecia o termo. Só usava há anos o método e apliquei no Flex a partir do uso extenso do Cairngorm.
Tomei conhecimento a partir deste post no blog da DClick e ao escrever este post aqui mesmo no meu blog sobre desenvolvimento Flex/Cairngorm.
Eu já estava para fazer esse post desde ontem quando passei a adotar essa metodologia que vou apresentar aqui para o devido propósito anunciado como título, mas no momento de pausa para me atualizar do conteúdo de outros blogs que leio, acabei, por pura coincidência, me deparanto com um artigo publicado pelo Ricardo Pettine no Blog da DClick com o título “A EVOLUÇÃO DO MOCK USANDO O CAIRNGORM”, o que me levou a antecipar e mudar um pouco o objetivo desta postagem.
Na verdade, se observarem os 3 comments que fiz no Blog da DClick, vão ver que eu tentei fazer o assunto progredir lá mesmo, mas acabei esbarrando no problema de caracteres do código de exemplo que tentei postar.
(que vergonha a minha... enferrujando no uso de blogs... acho que se eu tivesse colocado um <code>, resolveria talvez).
Bom, vamos lá...
A minha intenção com o que eu fiz e proponho usar, é permitir o desenvolvimento de toda a estrutura de front-end no Flex, usando Cairngorm, independente da parte de Business/Delegate que referem-se justamente à integração com o Back-end.
Não fiz isso baseado em nenhum modelo, nem ao menos pesquisei alternativas. Simplesmente adotei e apliquei para uma necessidade atual que tive em um projeto no qual estamos redefinindo todo um framework de backend (ColdFusion), mas que por já ter todos os dados e requisitos especificados, obviamente permitia o progresso individual do desenvolvimento do Front-end.
Então, são os requisitos para aplicar esse recurso:
Com os requisitos atendidos você imediatamente compreenderá que a implementação proposta será aplicada nos Commands, no caso da arquitetura do Cairngorm.
Meu exemplo se baseia em um EmailLoadAllCommand, que por sua vez instanciaria um EmailDelegate e então o método loadAll(). O Result nesse caso trabalharia com o recebimento de uma array de instancias de EmailVO.
Apenas para referência, o método execute() de EmailLoadAllCommand:
A alteração seria feita exatamente aqui, eliminando neste momento o Delegate e consequentemente a implementação de Responders para tratar o resultado da atividade do Delegate. O código acima alterado para usar a solução proposta pela implementação da classe EmailFakeCollection.as que apresentarei logo após:
Repare que estamos no método execute(), alterando o Model diretamente, com o dado solicitado. Neste caso apenas antecipamos o que só ocorrería no result() do responder que sería especificado no instanciamento do Delegate.´
Considerando o exemplo acima, onde o Command teoricamente implementa mx.rpc.IResponder e portanto conterá o método result(), simplesmente mudamos a instrução de associação dos dados ao model de lugar.
A idéia então consiste em que a classe EmailFakeCollection (e todos os eventuais FakeCollections que o sistema necessitar) implementem um método estático generate() que por sua vez retorne um ArrayCollection simulando dados que seríam recebidos no result da classe apontada para ser o responder da aplicação.
Eu pessoalmente preferi implementar um parâmetro para o método estático generate() afim de que eu possa especificar um número de itens que desejo receber como retorno.
No caso do exemplo citado então, a proposta da classe EmailFakeCollection seria a mostrada abaixo, seguido da classe EmailVO para referência apenas:
Eu acabei batizando isso de FakeDataFactory. Nem sei se o nome ja foi usado. Mas agora vou ficar de olho em temas como o abordado pelo Ricardo no blog da DClick para conhecer e aprender melhor formas alternativas de implementar isso.
Por enquanto esta forma me atende completamente. Inclusive, caso a aplicação especificasse a necessidade de criar um Factory (no padrão costumeiro da palavra mesmo) para o recebimento de dados no formato JSON, um XML ou qualquer outro tipo de serialização, eu simplesmente implementaría a classe normalmente e simularia dentro do meu FakeDataFactory o recebimento de dados e instanciamento através desse Factory de desserialização. Depois, na implementação final de integração com o Back-End, bastaría mover a chamada dessa implementação no seu local apropriado.
Qualquer dica à respeito do fundamento, outras formas de implementação e padrões já existentes é muito bem vinda!
Tag(s): actionscript, cairngorm, coldfusion, flex, patterns
Confesso que se me perguntassem, a resposta sería:
"Pelo jeito, morreu mesmo!"
Mas ainda bem, para me contrariar e não deixar o mercado órfão do melhor produto que já usei para desenvolver conteúdo para CD-ROM, e que me introduziu ao desenvolvimento de conteúdo multimídia/web, a Adobe mostra de uma vez por todas que o produto tem sua força!