sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

RIA-BA Grupo de Desenvolvedores RIA na Bahia

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Essa é uma grande notícia!
Recebemos o “sinal verde” por parte da Adobe para iniciarmos uma comunidade oficial Adobe destinada a desenvolvedores e interessados no desenvolvimento de soluções RIA baseadas e suas tecnologias.
Surge assim o RIA-BA. Acesse o link no site de comunidades da Adobe, que será o site principal do grupo, inscreva-se e conheça mais detalhes sobre como será a nossa atuação.

As tecnologias que abordaremos, são basicamente as que são voltadas diretamente ao desenvolvimento de soluções RIA, que hoje são o Flash, o Flex/FlexBuilder, AIR, ColdFusion (e frameworks), Flash Media Server, BlazeDS, Cairngorm (e outros frameworks) e diretamente ligadas ao Flash Platform, assim como o Flash Catalyst (Thermo) e outras ferramentas que forem anunciadas.

À frente do grupo estaremos eu (Vicente Maciel Jr) e o meu amigo Jefferson Petilo.

Como alguns sabem, atuamos na Bahia (independentemente, por hora) com consultoria, treinamento e principalmente o desenvolvimento de soluções RIA. Nossa intenção com o grupo é concentrarmos esforços, para cada vez mais aumentar o potencial e resposta de demanda de mercado na região, através da distribuição de informação e acesso às novidades que surgirem no setor, de maneira mais rápida e eficiente possível. Para isso, estaremos abertos e firmando boas parcerias que possibilitem alcançar tal objetivo, bem como atender a outras necessidades dos usuários do grupo em relação a outras tecnologias Adobe que não sejam exatamente o foco do nosso grupo abordar, tais como Fireworks, Illustrator, Photoshop, Premiere, etc.

Enfim, interessados, mantenham-se ligados no site, que será nossa principal ferramenta de abordagem, efetivação e comunicação com a comunidade.

Sugestões e criticas construtivas serão sempre muito bem-vindas!

Treinamento Oficial Adobe ColdFusion 8

logo_itraining Começa no dia 07 de fevereiro (sábado) uma turma da formação ColdFusion oferecida pela iTraining em Salvador-BA. Os treinamentos serão aos finais de semana e estão sendo oferecidos a preços promocionais. 

Fui convidado e estarei ministrando este curso, ao qual irei adicionar algumas informações de elaboração própria e inerentes a aplicações reais dos conhecimentos que serão obtidos, além de fornecer dicas para quem futuramente desejar aplicar-se à prova de reconhecimento profissional da Adobe.

Para detalhes, acesse aqui, ou entre em contato com a Monica (iTraining) no telefone: 71-3450-1114

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Hospedagem de projetos e repositorios SVN

unfuddle_logo

Para quem procura um host gratuito para gerenciamento e colaboração em projetos, a melhor alternativa atualmente, na minha opinião, é o Unfuddle.

assembla_logo Eu usava, até pouco tempo o Assembla. Mas, embora ele não seja mais gratuíto, o custo médio de US$2/mês por integrante (usuário) é bastante considerável para qualquer projeto.

Particularmente eu adotarei daqui para frente o Assembla para projetos comerciais/efetivos (com fins lucrativos) e o Unfuddle para projetos iniciais (fase piloto/concepção).

Em resumo, os recursos disponíveis em ambos, que eu considero primordiais apra qualquer projeto são:

  • Gerenciamento de Milestones: Que permite definir metas para os projetos. Geralmente uma versão final de um projeto. Eu costumo ter Milestones definidos como “versão 1.0”, “versão 1.1”, etc.
  • Gerenciamento de Tickets: Que geralmente contemplam o registro de trabalho (sugestões, soluções, bugs, etc.) que compõem um Milestone.
  • Wiki: Com a finalidade de documentar o projeto. Contemplam geralmente páginas que apresentam o projeto, documentam sua finalidade, acesso ao Download de binaries, sources finais, etc.
  • SVN/Subversion: Repositório de controle de versão dos arquivos que contemplam o projeto. Indispensável no trabalho em equipe.

O Unfuddle apresenta todas as características acima. No caso do Wiki, o nome do recurso está disponível como Notebook. Ainda no Unfuddle, além de Subversion, é possível adotar como sistema de controle de versão o Git.

O Assembla apresenta uma gama muito maior de ferramentas do que o Unfuddle.

Enfim, são 2 opções que certamente resolvem qualquer necessidade de desenvolvedores/equipes que não possuem infra estrutura própria para gerenciamento de projetos.

Na linha de produtos da Adobe, vale lembrar que o Dreamweaver CS4 possui integração com SVN, bem como o Eclipse que é a base do FlexBuilder com o plugin SubClipse.

Se você quer saber mais sobre SVN. Veja esse post publicado aqui no TeclandoAlto sobre o assunto.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

DClick RIA Teaser

DClickLogo

A DClick, merecedora do título de maior empresa produtora de RIAs do Brasil  (senão uma das melhores do mundo, na minha opinião) disponibilizou um teaser em homenagem aos seus integrantes.

Mais do que um vídeo interno, realmente o seu conteúdo é no mínimo inspirador. Parabéns e obrigado DClick!

Post e download do vídeo no blog da DClick:
http://blog.dclick.com.br/2008/12/19/enfim-a-tal-surpresa-dclick-team-teaser/pt

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

AJUDA - UTI

Olá pessoal,

Ainda não havia feito o uso da internet para tal propósito, mas espero que possa obter um resultado tão positivo quanto creio que posso alcançar com essa ação.

Minha sogra sofreu nesta semana um AVC e encontra-se em situação grave em Conceição do Coité/BA.
Estamos, agora há 3 dias procurando por vaga na UTI dos hospitais de Salvador e Feira de Santana (mencionados pelos médicos: Roberto Santos e HGE (Salvador) e Cleriston Andrade (Feira)), que conforme opinião médica são os únicos que podem atendê-la no momento.

Assim, conto com QUALQUER ajuda que possa nos levar a conseguir a sua transferência. Ela encontra-se em um leito comum no Hospital Regional de Conceição do Coité.

Conto também com a fé daqueles que crêem, como eu.

Como estou dedicando meu tempo para apoiar a minha namorada nessa situação e portanto não estarei conectado, peço que os contatos sejam feitos através dos meus números de celular:

71-9212-0909 / 71-8120-0035

Infelizmente não contamos com um plano hospitalar para ela. Mas se ainda assim for a única opção, me disponho aos meus contatos comerciais a permutar uma ajuda médica particular pela minha capacidade de trabalho.

Muito Obrigado!

DESABAFO: Que situação é essa desse país? Onde está o direito à vida tão defendida pelos tais "Direitos Humanos" que não conseguimos ter nossas pessoas querídas, e idôneas atendidas em suas necessidades mais básicas?

Vicente de Paula Maciel Junior

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Flex Grafico de Barra no DataGrid sem usar Visualization Framework

igorcostaBlog

Hoje no MSN o Igor Costa me apresentou um hack , para de forma muito criativa apresentar um gráfico de barras usando linhas do DataGrid referente a cada valor apresentado. Veja o post: http://www.igorcosta.org/wp-trackback.php?p=190

sábado, 29 de novembro de 2008

RIP Rich Internet Presentation

thesecret_for_ria

Foi simplesmente a melhor apresentação a respeito de RIA que já tive a oportunidade de assistir, não só no tocante ao conteúdo, que foi de uma riqueza impressionante e muito bem elaborado, mas também pela performance do apresentator, Beck Novaes (DClick), que conseguiu de uma maneira extremamente clara, objetiva e didática, abordar temas “obscuros” (e às vezes até pouco conhecidos/ignorados) da produção de um RIA.

Fico extremamente orgulhoso de saber que um material dessa qualidade tenha sido desenvolvido por um brasileiro e gostaria muito de ve-lo publicado no Adobe Developer Connection como uma referência importante, tanto para quem vai iniciar-se no desenvolvimento de RIAs, quanto para quem quer atingir um nivel superior na realização e redesenho de seus trabalhos atuais.

Por isso, digo que o Beck consegiu inaugurar o termo RIP (Rich Internet Presentation)

Isso porque ele conseguiu colocar na execução da sua apresentação, exatamente tudo o que ele abordou como importante no desenvolvimento de um RIA. Quer saber o quê foi? Como foi? Só assistindo.

http://blog.dclick.com.br/2008/11/29/60-pessoas-ja-sabem-o-segredo/trackback/pt/

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

DClick disponibiliza arquivos do MAX2008

DClickLogo

O Rafael Martinelli da DClick que está nos EUA participando do MAX 2008, em uma atitude bastante admirável está disponibilizando alguns arquivos distribuídos/gravados durante o evento.

Dentre os arquivos, o Flex 4 (Gumbo) para Win e Mac e o Catalyst para Mac, além de videos da apresentação do Ely Greenfield.

Passe lá, baixe e deixe o seu comentátio de agradecimento!

Blog do time to Catalyst Thermo

thermo_blog_logo

O blog do time responsável pelo Catalyst (Thermo) está no ar.

Vários tutoriais/screenshots já estão disponíveis para você matar a curiosidade.

Não vejo a hora de pôr as mãos nele!

Alchemy Flash C++

20080330_atoms_and_alchemy

A imagem ao lado não se refere ao logo do projeto que a Adobe anunciou no MAX 2007 e que disponibilizou para testes e avaliação da comunidade no MAX 2008 que ocorre esta semana.

A imagem refere-se a capa de um livro que pode se conhecido neste link. Simplesmente achei o logo do mesmo interessante e resolvi usar a imagem para ilustrar o post.

OK! Justificativas feitas, vamos ao que realmente interessa!

No MAX 2007, este projeto originalmente chamado de FLACC foi apresentado, anunciando a possibilidade de compilação de código escrito em C/C++ em uma biblioteca com bytecode possível de ser consumido e rodado em uma “futura” versão do FlashPlayer.

Pois bem. Essa semana, no MAX 2008 que ocorre em San Francisco/CA/USA, o projeto foi aberto ao público e encontra-se disponível no Adobe Labs afim de que programadores C/C++ possam efetivamente testá-lo, bem como sugerir implementações, ou simplesmente dar a sua opinião. O “futuro” FlashPlayer traduz-se no recém disponibilizado FlashPlayer10 e extende-se ao Adobe AIR 1.5 disponibilizado paralelamente ao anúncio do Alchemy.

A pergunta é: Qual o objetivo prático do Alchemy?

Inicialmente, e confesso que eu fui uma dessas pessoas, me pareceu que esta sería a declaração de liberdade de recursos do FlashPlayer, abrindo ai a possibilidade de valer-se de bibliotecas C/C++ destinadas até mesmo co controle de hardware (impressoras fiscais, equipamentos de biometria, joysticks, etc.), mas infelizmente não é do que se trata.
O principal objetivo do Alchemy é expandir a capacidade do FlashPlayer no que se refere a processamento de dados. Ou seja, algoritimos de criptografia; leitura, análise e processamento de áudio e vídeo; leitura, escrita de renderização dos mais diversos tipos de formatos de arquivos e coisas do tipo. Ao invés de portar/reescrever um código originalmente escrito em C/C++, o mesmo pode ser simplesmente  compilado em um SWF/SWC e consumido por um código AS3 (Flash/Flex/AIR).
Ou seja, os recursos capazes de serem explorados em C/C++ no FlashPlayer10/AIR 1.5, são limitados exatamente aos recursos presentes nos respectivos players, o que acaba soando óbvio mas que não precisaria ser necessariamente assim. Porém, de qualquer maneira é um avanço impressionante nas capacidades que o Adobe Flash Platform passa a oferecer. Aliás, gostei deste termo ter sido resgatado pela Adobe para referenciar toda a linha de produtos relacionados à produção ou a execução/controle de conteúdo utilizando ActionScript.

Então o que muda? O que poderá surgir a partir disso?

Mais uma vez as possibilidades estão apenas limitadas à critividade, mas com ainda mais opções. Pense numa formula tipo “infinito² - direct_hardware_access”.
Primeiro a gente tem que pensar que a maioria das possibilidades de uso desses recursos que serão implementados daqui por diante já estavam disponíveis e eram possíveis por causa do recurso de “ByteArray” (Classe ByteArray) introduzida no FlashPlayer9/AIR 1.0, porém sendo necessário um esforço muito maior do que será necessário agora, vez que para alcança-los era necessário reinventar a roda reescrevendo tudo o que já existia antes para tal. Hoje, com o Alchemy, bastará compilar um código pré-existente que tenha a base da funcionalidade deseja e implementá-la com AS3. Alguns recursos, como os relacionados diretamente a som (Dynamic Sound Sampplig) e alguns em relação a formato de vídeo (H.264 por exemplo) só serão possíveis pela disponibilidade do recurso internamente no FlashPlayer10/AIR 1.5, assim como também a aceleração de vídeo por software e por hardware.
Dentre as possibilidades práticas que podemos imaginar estão desde as já apresentadas como exemplo pela própria Adobe no MAX 2007/2008 como jogos famosos sendo disponibilizados para rodar com o FlashPlayer/AIR onde o jogo Quake I foi utilizando como exemplo, players de vários formatos de audio/video (não apenas MP3/FLV), conversores de arquivos, serviços de criptografia/descriptografia de dados, implementação de protocolos de comunicação cliente-servidor e até mesmo um maior avanço no uso desses players de maneira mais abrangente em dispositivos como celulares, set-top-boxes (tv-digital), pocketPCs, console de games, etc.

E você? O que você acha que pode ser possível a partir do Alchemy?

Lembre-se, se você quiser começar a portar um eventual código C/C++, na página dedicada ao Alchemy no Adobe Labs, você encontra além dos binaries do projeto, exemplos e instruções de como preparar o ambiente e usar o compilador no Windows, MacOS e Linux.